Milk Worldhttp://milkworld.com.br/Milk WorldMilk World28Mon, 06 Feb 2012 11:19:53 -0200Governo canadense planeja investir no setor lácteo<p>Um membro do Ministério da Agricultura do Canadá anunciou um investimento de C$ 1,3 milhão (R$ 2,2 milhões) no setor lácteo durante um evento relacionado ao meio. A verba será basicamente destinada à área de genética, que poderia receber mais atenção do mercado internacional e colaborar com a qualidade da produção interna, também a fim de alcançar outros países. De acordo com o grupo 5m, o investimento anunciado faz parte de um investimento de C$ 88 milhões (R$ 152 milhões) a partir de um programa governamental destinado ao desenvolvimento da indústria nacional.</p> Da redação com fontes internacionaishttp://milkworld.com.br/noticias/post/governo-canadense-planeja-investir-no-setor-lacteohttp://milkworld.com.br/noticias/post/governo-canadense-planeja-investir-no-setor-lacteo26Mon, 06 Feb 2012 09:13:28 -0200No RS, agricultores afetados pela seca recebem sementes de milhohttp://milkworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milho-2http://milkworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milho-226Mon, 06 Feb 2012 09:05:16 -0200Parceria com prefeitura vai melhorar produção leiteira no Norte do PRhttp://milkworld.com.br/noticias/post/parceria-com-prefeitura-vai-melhorar-producao-leiteira-no-norte-do-prhttp://milkworld.com.br/noticias/post/parceria-com-prefeitura-vai-melhorar-producao-leiteira-no-norte-do-pr26Mon, 06 Feb 2012 09:04:01 -0200Projeto cria o PIB Verde no Brasilhttp://milkworld.com.br/noticias/post/projeto-cria-o-pib-verde-no-brasilhttp://milkworld.com.br/noticias/post/projeto-cria-o-pib-verde-no-brasil26Mon, 06 Feb 2012 09:02:39 -0200Quebra da 1ª safra de milho no Sul dá pouco impulso à 2ªhttp://milkworld.com.br/noticias/post/quebra-da-1-safra-de-milho-no-sul-da-pouco-impulso-a-2http://milkworld.com.br/noticias/post/quebra-da-1-safra-de-milho-no-sul-da-pouco-impulso-a-226Mon, 06 Feb 2012 08:55:53 -0200MT deve revogar medidas que oneram agronegóciohttp://milkworld.com.br/noticias/post/mt-deve-revogar-medidas-que-oneram-agronegociohttp://milkworld.com.br/noticias/post/mt-deve-revogar-medidas-que-oneram-agronegocio26Mon, 06 Feb 2012 08:54:01 -0200Governo argentino garante que novo regime de importação não prejudicará indústria brasileirahttp://milkworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileira-2http://milkworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileira-226Mon, 06 Feb 2012 08:48:50 -0200Produtores do RS pedem liberação de trigo para alimentação animalhttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-do-rs-pedem-liberacao-de-trigo-para-alimentacao-animalhttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-do-rs-pedem-liberacao-de-trigo-para-alimentacao-animal28Fri, 03 Feb 2012 15:46:34 -0200Grupo define critérios para destinar milho para alimentação animal no RShttp://milkworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs-2http://milkworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs-228Fri, 03 Feb 2012 14:52:34 -0200Número de produtores caem e produção de leite aumenta 43% em MS<p>Cerca de 6.038 pessoas deixaram a produção de leite em 10 anos no Mato Grosso do Sul, os dados são do último levantamento agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no período de 1996 a 2006. Em contrapartida, o IBGE registrou no Estado um acréscimo na produção de leite equivalente a 43% entre os anos de 2006 e 2010. “Os produtores diminuem, mas os que ficam se dedicam e investem em tecnologia”, aponta o zootecnista, palestrante do Programa Mais Leite, André Rozemberg Peixoto Simões.</p> <p>O número de produtores no Brasil, apresentou uma queda de 26% no período entre 1996 e 2006. Nessa mesma época, Mato Grosso do Sul que registrava 29.579 produtores, caiu para 23.541, apresentando certa estabilidade. “O Programa Mais Leite passará por cinco municípios de MS, intencionando melhorar os índices em beneficio do produtor rural, que por meio de estratégias dará qualidade, maior volume e rentabilidade para setor leiteiro”, explica Clodoaldo Martins, superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul – SENAR/MS.</p> <p>Em Mato Grosso do Sul são registrados valores de R$ 0,19 de diferença entre um litro de leite de um produtor para outro. André Rozemberg atribui a diferença dos valores ao investimento na pastagem, calendário de produção, estratégias de venda e armazenamento do produto.</p> <p>A abertura comercial do mercado do leite iniciou na década de 90, a partir de então a modernização é vista por fatores que incluem a coleta a granel do leite, embalagem longa vida, a visão estratégica e aumento de tecnologias na propriedade. Como todo investimento se exige disposições monetárias, o produtor rural atualmente tem a disposição linhas de crédito que o permitem sua atualização no mercado.</p> <p>O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, é uma das alternativas para que pequenos e grandes produtores possam investir em tecnologias, e melhorar a qualidade do seu produto, aumentando o rendimento e automaticamente a rentabilidade. Com baixas taxas de juros, o programa tem como público alvo os agricultores familiares cadastrados na Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).</p> <p>A taxa de juros do Pronaf varia de acordo com o valor total de custeio, um produtor financiar R$ 10 mil, por exemplo, terá juros de 1,5% ao ano, já com o financiamento de R$ 50 mil arcará com os juros de 4,5%. O mini produtor por meio desse benefício, pode financiar até R$ 18 mil, enquanto que o grande produtor tem direito a valores acima de R$ 700 mil.</p> <p>As informações foram transmitidas a cerca de 120 produtores rurais na cidade de Camapuã, e segue para as cidades de Paranaíba, Glória de Dourados e Anastácio, fechando o ciclo de palestra do Programa Mais Leite em Campo Grande, com um Congresso Estadual do Leite, nos dias 14 e 15 de maio com realização do SENAR/MS, em parceria com a Federação da Agricultura e pecuária de Mato Grosso do Sul - FAMASUL.</p> <p>Mais Leite - O Programa é uma iniciativa do SENAR/MS, Federação da Agricultura e Pecuária de MS – FAMASUL e Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), com a parceria dos sindicatos rurais, Banco do Brasil e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).</p> Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – FAMASULhttp://milkworld.com.br/noticias/post/numero-de-produtores-caem-e-producao-de-leite-aumenta-43-em-mshttp://milkworld.com.br/noticias/post/numero-de-produtores-caem-e-producao-de-leite-aumenta-43-em-ms28Fri, 03 Feb 2012 14:15:02 -0200Governo argentino garante que novo regime de importação não prejudicará indústria brasileira<p><em>Assunto foi um dos temas de uma reunião de duas horas do presidente da Fiesp com a equipe econômica do país vizinho</em></p> <p>O governo argentino garantiu nesta quinta, dia 2 que o novo regime de importação, em vigor desde a quarta-feira, 1º, não prejudicará a indústria brasileira. A saída para manter o comércio bilateral, em um ano de crise internacional e crescimento econômico menor na região, seria aumentar, tanto as compras brasileiras de produtos argentinos, como as importações argentinas de bens e serviços brasileiros.</p> <p>O assunto foi um dos temas de uma reunião de duas horas, nesta quinta, do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, com a equipe econômica argentina. Participaram do encontro os ministros da Economia, Hernando Lorenzino, e da Indústria e Comércio, Debora Giorgi, além dos secretários de Comércio Exterior, Beatriz Paglieri, e do Comércio Interior, Guillermo Moreno.</p> <p>– Foi uma reunião muito positiva. Tive a afirmação, por parte do governo argentino, de que não haverá prejuízos [para a indústria brasileira], mas que haverá soluções – disse Skaf ao sair do encontro reunião.</p> <p>Segundo ele, o aumento das importações de insumos argentinos para a indústria naval do Brasil também foi discutido. No encontro, não se falou sobre os produtos que haviam sido importados antes da entrada em vigor das novas normas e que estão parados nos portos e nas alfândegas - entre eles, tomates em conserva, milho e eletrodomésticos da linha branca.</p> <p>Pelas novas normas, os importadores argentinos têm que pedir autorização prévia, antes de comprar no Exterior, tanto a Afip (Receita Federal local) como a Guillermo Moreno, autoridade que tem a palavra final. O governo tem até treze dias úteis para responder a cada pedido.</p> <p>A medida foi implementada às pressas porque a Argentina tem um problema de caixa e precisa manter um superávit na balança comercial de pelo menos US$ 10 bilhões. Com a crise internacional, fica mais difícil exportar e todos querem colocar seus produtos no mercado. Daí a necessidade do governo argentino de contar com um sistema ágil para controlar as importações.</p> <p>– Este ano a Argentina terá que importar US$ 7 bilhões de energia elétrica - mais que o triplo do que importou em 2011. É o superávit comercial uma das principais fontes de recursos da Argentina, que não tem acesso a créditos externos, desde que decretou a moratória da dívida em 2001. O governo também precisa de dinheiro para financiar as empresas estatais, os planos sociais e os aumentos salariais do setor público. E como a economia este ano só deve crescer 3,5%, ou seja um terço do que cresceu em 2011, a arrecadação de impostos também será menor – disse à Agência Brasil o economista Marcelo Elisondo, diretor da consultora DNI.</p> <p>Antes da reunião com a equipe econômica argentina, Skaf também se reuniu com representantes das principais empresas brasileiras na Argentina, para ouvir as dificuldades que cada setor tem enfrentado.</p> <p>– A maior preocupação dos empresários é que ninguém sabe ao certo como funcionarão as medidas. Ou seja, tem um clima de incerteza. Várias empresas que estão importando bens de capital, para produzir aqui, estão com dificuldades. Mas é preciso aguardar alguns dias para ver como funcionarão as novas medidas – disse o presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira, Jorge Rodriguez Aparício.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://milkworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileirahttp://milkworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileira28Fri, 03 Feb 2012 10:09:08 -0200Exportações brasileiras crescem 1,3% em janeiro<p>Brasília (1° de fevereiro) – Em janeiro de 2012, a média diária das exportações brasileiras foi a maior para o mês (US$ 733,7 milhões), superando o valor registrado em janeiro do ano passado (US$ 724,5 milhões), e com crescimento de 1,3%. As vendas mensais brasileiras somaram US$ 16,142 bilhões.</p> <p>Já as importações totalizaram US$ 17,433 bilhões, no período, com média de US$ 792,4 milhões e crescimento de 12,3% sobre o resultado verificado em janeiro do ano passado (US$ 705,5 milhões). A média das importações também é recorde para os meses de janeiro na série histórica.</p> <p>Com esses resultados, a corrente de comércio foi de US$ 33,6 bilhões, recorde para os meses de janeiro (o maior resultado anterior é de janeiro de 2011, de US$ 30 bilhões). Já o saldo comercial foi negativo em US$ 1,291 bilhão, número que também é o maior para meses de janeiro na série histórica.</p> <p>Em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje para avaliar os resultados, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, analisou que “o ano de 2012 será um ano difícil para o comércio exterior brasileiro”. Ela explicou que a crise econômica internacional já permite verificar retração de vendas brasileiras em determinados mercados, em especial para a União Europeia, que tiveram queda de 25,2% na comparação com janeiro do ano passado.</p> <p>A secretária ainda informou que o MDIC não iria anunciar a sua meta para as exportações brasileiras “em função, exatamente, das incertezas do cenário internacional que persistem e afetam a balança comercial brasileira”. Ela, contudo, reafirmou que a meta do MDIC será divulgada ainda no primeiro trimestre deste ano.</p> <p>Tatiana também disse que a expectativa do MDIC é de que a balança comercial brasileira termine 2012 com saldo positivo e com aumento de exportações em relação a 2011. “Tanto em 2009 quanto em 2010, a balança comercial registrou déficits para meses de janeiro e os anos fecharam com superávits”, acrescentou.</p> <p>Produtos e Mercados</p> <p>No mês, as exportações de produtos básicos e semimanufaturados registraram valores recordes para os meses de janeiro alcançando a cifra de US$ 6,954 bilhões e de US$ 2,503 bilhões, respectivamente. Já os produtos manufaturados somaram US$ 6,214 bilhões. Sobre o ano anterior, cresceram as exportações de manufaturados (0,1%), e semimanufaturados (2,5%); já os básicos retrocederam 0,7%.</p> <p>Os cinco principais compradores do mercado brasileiro, em janeiro, foram: Estados Unidos (US$ 2,381 bilhões), China (US$ 1,810 bilhão), Argentina (US$ 1,432 bilhões), Países Baixos (US$ 738 milhões) e Japão (US$ 497 milhões).</p> <p>Já as importações cresceram nas quatro categorias de uso: combustíveis e lubrificantes (54,7%), bens de consumo (15,7%), matérias-primas e intermediários (+5,0%) e bens de capital (4,8%).</p> <p>Em relação aos mercados que mais venderam para o Brasil, os principais foram: China (US$ 2,936 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,534 bilhões), Argentina (US$ 1,287 bilhão), Alemanha (US$ 1,087 bilhão) e Japão (US$ 610 milhões).</p> <p>Clique <a href="http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=567">aqui</a> para acessar as informações da balança comercial de janeiro</p> Fonte: MDIChttp://milkworld.com.br/noticias/post/exportacoes-brasileiras-crescem-13-em-janeirohttp://milkworld.com.br/noticias/post/exportacoes-brasileiras-crescem-13-em-janeiro28Fri, 03 Feb 2012 09:46:47 -0200Rastreabilidade animal ganha curso superior em São Paulo<p>Pecuária - São Paulo - Uma parceria entre o Núcleo de Pesquisa em Ambiência da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba, e a Faculdade Cantareira, criou o curso de pós-graduação em Rastreabilidade e Certificação de Produtos de Origem Animal. A especialização, única no País dessa área do conhecimento, está com as inscrições abertas. O estudo visa a preparar os profissionais para atividades de planejamento, implementação, organização e gerência de programas de rastreabilidade da produção animal, em áreas como a bovinocultura, suinocultura e avicultura. Todos os programas são desenvolvidos co profissionais de diversos setores da agropecuária nacional.</p> Fonte: DCIhttp://milkworld.com.br/noticias/post/rastreabilidade-animal-ganha-curso-superior-em-sao-paulohttp://milkworld.com.br/noticias/post/rastreabilidade-animal-ganha-curso-superior-em-sao-paulo28Fri, 03 Feb 2012 09:26:01 -0200Grãos: seca faz USDA reduzir Estimativas 2011/12 para o México<p>Estimativas para a produção de milho, sorgo e trigo 2011/12 foram reduzidas por autoridades do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, por sua sigla em inglês), em virtude de novas informações do governo mexicano e da indústria sobre os efeitos do clima seco nas lavouras, afirmou o USDA nesta terça-feira.</p> <p>A projeção para a safra de milho do México 2011/12 foi revisada para baixo de 20,5 milhões de toneladas para 18,4 milhões de toneladas, segundo o USDA, citando área plantada menor do que o esperado em condições de clima adverso.</p> <p>"Fontes oficiais disseram que as condições de seca durante fases críticas da safra de milho resultaram em perdas de produtividade piores no ciclo 2011 primavera/verão do que se estimava antes", afirmou o USDA.</p> <p>O total de importações no ciclo 2011/12 foi revisado para 10,5 milhões de toneladas, ante previsão anterior de 9,8 milhões de toneladas, conforme o USDA, que citou expectativa de produção doméstica menor.</p> <p>A estimativa de produção de trigo do México para o ano-safra 2011/12 foi revisada para 3,70 milhões de toneladas, ante 3,77 milhões de toneladas esperadas antes. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Globo Rural/Agência Estadohttp://milkworld.com.br/noticias/post/graos-seca-faz-usda-reduzir-estimativas-201112-para-o-mexicohttp://milkworld.com.br/noticias/post/graos-seca-faz-usda-reduzir-estimativas-201112-para-o-mexico28Fri, 03 Feb 2012 09:24:28 -0200No RS, agricultores afetados pela seca recebem sementes de milho<p><em>Medida vai beneficiar mais de nove mil produtores do estado.</em></p> <p>Os agricultores gaúchos que foram afetados pela estiagem estão recebendo novas sementes de milho. A maior parte dos grãos será destinada à produção de silagem usada na alimentação do gado.</p> <p>Metade dos nove hectares plantados com milho foi perdida na propriedade do agricultor João Dias Artigas, em Getúlio Vargas, no norte do Rio Grande do Sul. O produtor, que decidiu aproveitar a distribuição de sementes para fazer novo plantio, quer usar o grão para fazer silagem e reduzir os custos com o gado.</p> <p>De acordo com o último levantamento feito pela Emater, houve queda de 46% na produção de milho no estado relação à safra de verão passada. Quem perdeu a lavoura não precisará pagar pelas sementes retiradas através do programa troca-troca do governo do estado. Já o agricultor que pegar a semente agora pagará quando a safra for colhida. Apesar da Secretaria Estadual de Agricultura disponibilizar mais 40 mil sacas de semente de milho, nem todos os agricultores poderão aproveitar.</p> <p>“Dentro do estado o relevo não é o mesmo. Então, nas regiões mais altas, de clima mais frio, se a pessoa plantar a safrinha, de repente, pode gear cedo e ocorrer perda da safrinha. Mas em grande parte de regiões do Rio Grande do Sul, com clima mais quente, pode e deve ser plantado”, diz Aglademir Martinello, técnico agropecuário da Emater.</p> <p>A saca, que sai por R$ 88,00, custa cerca de 30% do valor que é cobrado no mercado. A medida irá beneficiar mais de nove mil agricultores de todo o Rio Grande do Sul. O produtor, que deve estar inscrito no Pronaf, pode retirar até duas sacas de 20 quilos.</p> <p>“Todo agricultor pode buscar junto à prefeitura e ao sindicato que tem convênio com o governo do estado para pegar esse milho. Cada agricultor pode retirar até duas bolsinhas de milho para fazer o plantio emergencial”, explica Eloir Griseli, coordenador da Secretaria do Desenvolvimento Rural.</p> <p>O campo já estava preparado para receber a semente na propriedade da família Klinkoski, aonde o milho mal chegou e já foi semeado. “A gente está investindo de novo para ver se chove e tentar recuperar um pouco a perda da silagem”, diz a agricultora Adriana Klinkoski.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://milkworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milhohttp://milkworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milho28Fri, 03 Feb 2012 09:09:24 -0200Setor produtivo e governo do MT entram em consenso<p>O governo do Estado de Mato Grosso e o setor produtivo chegaram a um acordo e selaram nessa quarta (01-02) as diretrizes para o pacote fiscal sobre o setor agropecuário. Após duas semanas de intensas negociações entre as áreas técnica e política do governo e das entidades representativas dos segmentos agropecuário e industrial houve a compreensão da necessidade de mudanças e ambas as partes chegaram a um entendimento.</p> <p>Entre as decisões acertadas durante a reunião com o governador Silval Barbosa estão: a revogação da taxa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os fertilizantes, um dos principais insumos agrícolas; fixação do valor da UPF (Unidade Padrão Fiscal) em R$ 46,00 e não em R$ 92,00, como previa o decreto anterior; isenção da cobrança de ICMS sobre o frete intermunicipal para o transporte de insumos destinados à produção (diesel, calcário, gesso, fertilizantes, agroquímicos, etc) e o retorno do benefício concedido à energia elétrica rural, com o escalonamento de isenção por faixa de consumo individual.</p> <p>O grupo de trabalho vai voltar a se reunir para alinhar os detalhes com relação às alterações que ainda serão realizadas sobre alguns decretos.</p> Fonte: Aprosojahttp://milkworld.com.br/noticias/post/setor-produtivo-e-governo-do-mt-entram-em-consensohttp://milkworld.com.br/noticias/post/setor-produtivo-e-governo-do-mt-entram-em-consenso28Fri, 03 Feb 2012 09:06:45 -0200Alta no preço do leite em alguns estados do Nordeste e queda em outros<p>Segundo levantamento da Scot Consultoria, no pagamento de janeiro, referente à produção de dezembro, em alguns estados do Nordeste o produtor de leite recebeu menos, como na Bahia e no Maranhão.</p> <p>Na Bahia a queda foi de 1,7% em relação ao pagamento de dezembro. O produtor recebeu, em média, R$0,801 por litro de leite.</p> <p>Nos outros estados (Pernambuco, Ceará e Alagoas) o preço do leite ao produtor teve uma leve alta, chegando a 0,8% no Alagoas.</p> <p>Para o próximo pagamento 67,0% os entrevistados acreditam em estabilidade de preços no Nordeste. Quanto ao volume captado a tendência é de queda.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/alta-no-preco-do-leite-em-alguns-estados-do-nordeste-e-queda-em-outroshttp://milkworld.com.br/noticias/post/alta-no-preco-do-leite-em-alguns-estados-do-nordeste-e-queda-em-outros28Fri, 03 Feb 2012 09:06:18 -0200Captação de leite em 2011 caiu 2,2% em sete estados produtores<p>A captação de leite nos sete principais estados produtores do País diminuiu em 2011. Conforme pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o Índice de Captação de Leite (ICAP-Leite), calculado com base em amostragem do volume recebido por cooperativas e laticínios de sete estados, foi 2,2% menor que o de 2010.</p> <p>No Rio Grande do Sul, o setor foi prejudicado pela estiagem e a captação do período foi 3% inferior na comparação com a média diária do ano anterior. A reserva de silagem amenizou a queda, entretanto, há preocupações com o estoque de alimentos para os próximos meses, principalmente em função das perdas nas lavouras de milho, devido à falta de chuvas.</p> <p>O Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), que representa 90% da captação de leite concentrada em 32 indústrias do Estado, estima que a produção em janeiro foi inferior a 8 milhões de litros por dia, quando o potencial do mês permitiria pelo menos 9,5 milhões de litros diários. O resultado da queda superior a um milhão de litros por dia, na opinião do secretário-executivo da entidade, Darlan Palharini, gera um prejuízo direto de R$ 24 milhões aos produtores gaúchos e altera os índices de produtividade na indústria.</p> <p>“A tendência é que em fevereiro o quadro permaneça com este mesmo nível de perdas, pois nada mudou no que ser refere à estiagem e à baixa qualidade dos estoques de silo, originados pela quebra das safras. Os preços no Estado também devem acompanhar a estagnação da produção. Repasses da indústria, que já perde em produtividade na fabricação dos derivados, devem acontecer a partir de março, com o aquecimento da demanda”, projeta.</p> <p>Segundo o levantamento do Cepea, no balanço de 2011, o preço médio do leite ao produtor (em termos reais) teve aumento de cerca de 10% sobre a média nacional de 2010. No mesmo comparativo, o volume de importações aumentou 72% e as exportações recuaram 34%.</p> <p>“Não se pode falar em crise, talvez tenha havido um desestímulo no ano passado. Os preços dos insumos foram bastante elevados no primeiro semestre. Farelos de soja e milho, que chegam a representar 40% dos custos de produção, estiveram em alta e impactaram bastante a rentabilidade do produtor”, avalia Aline Ferraro, pesquisadora do Cepea.</p> <p>O resultado negativo encontra reflexos nos preços. Na média do País, em janeiro foi mantida a sucessão de recuos mensais registrados desde outubro de 2011. O preço pago pelo leite aos produtores em dezembro recuou 1,7% em relação ao mês anterior. Segundo o Cepea, a desvalorização ocorreu devido ao período de safra no Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.</p> <p>No Rio Grande do Sul, mesmo com os efeitos da estiagem, o panorama foi diferente. O Estado registrou leve alta de 0,6%, com o litro negociado a R$ 0,8083, no período. A pesquisa ressalta que houve valorização em algumas localidades e recuo no Nordeste e na Região Metropolitana de Porto Alegre.</p> Fonte: Jornal do Commérciohttp://milkworld.com.br/noticias/post/captacao-de-leite-em-2011-caiu-22-em-sete-estados-produtoreshttp://milkworld.com.br/noticias/post/captacao-de-leite-em-2011-caiu-22-em-sete-estados-produtores28Fri, 03 Feb 2012 09:01:49 -0200Leite Nilza pode reabrir no dia 16 deste mês<p>Ribeirão Preto - A reabertura da unidade de Ribeirão Preto da Leite Nilza foi adiada para a segunda quinzena deste mês. A projeção era de reinício das atividades em janeiro.</p> <p>A reabertura será acompanhada de outra novidade: dois grupos franceses sem operação no Brasil estariam negociando para começar a produzir derivados (queijos e iogurtes) na fábrica. O negócio pode ser fechado em seis meses.</p> <p>O interesse de grupos estrangeiros pela Nilza começa a circular no mercado. A China Mengniu Dairy, a maior fabricante de laticínios da China, seria uma delas. A companhia entraria no País por meio da fábrica ribeirão-pretana, cujas instalações são consideradas modernas e estão desativadas por questões judiciais.</p> <p>Sérgio Alambert, diretor da Airex, dona do laticínio, afirma não ter sido procurado por representante da companhia chinesa, mas confirma a negociação com dois grupos franceses, sem citar os seus nomes. "O negócio com os franceses seria para introduzir produtos de maior valor", explica ele.</p> <p>Para a unidade da Nilza de Ribeirão Preto retomar o funcionamento, falta o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), segundo Alambert. A retomada das atividades, diz, não depende do andamento do processo judicial e nem das prováveis negociações com grupos estrangeiros.</p> <p>Conforme o executivo, o fornecimento de 100 mil litros por dia para envasamento em Ribeirão estaria garantido em parte pela região de Itamonte (MG), onde a Nilza possui unidade, também com pendências judiciais, e em parte por produtores da região de Araraquara. Para colocar o leite no mercado, o executivo não descarta uma terceirização, que estaria em negociação com companhia da capital paulista.</p> Fonte: DCI - Diário do Comércio & Indústriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/leite-nilza-pode-reabrir-no-dia-16-deste-meshttp://milkworld.com.br/noticias/post/leite-nilza-pode-reabrir-no-dia-16-deste-mes28Fri, 03 Feb 2012 09:01:09 -0200Paraná registra 40 casos de raiva bovina<p>O Paraná registrou até a tarde desta quinta-feira (2) 40 casos de raiva bovina, distribuídos principalmente na região Norte do Estado. A incidência da doença – transmitida por mordidas de morcegos hematófagos contaminados – é monitorada por técnicos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, que alertam os produtores sobre a importância de vacinar os animais e notificar os casos da doença.</p> <p>Foram registradas nove ocorrências em Florestópolis, três em Mirasselva, três em Primeiro de Maio, duas em Sertanópolis e duas em Borrazópolis, além de casos isolados em outras localidades da região. No Litoral, foram notificados três casos em Paranaguá e outros três em Morretes. Dos números comunicados à secretaria, 32 casos foram em bovinos, quatro em cavalos, um em mula e três em morcegos não hematófagos.</p> <p>A médica veterinária Elzira Jorge Pierre, responsável pela área de raiva do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) da secretaria, faz um alerta para os produtores de municípios próximos dos focos da doença. “É importante que os produtores vacinem seus animais, para evitar a disseminação da raiva. Com a adoção de medidas preventivas, podemos combater e acompanhar esses focos”, afirma.</p> <p>Para que o Defis monitore os casos e adote as medidas profiláticas que a situação exige, é necessário que as ocorrências sejam registradas nos Núcleos Regionais da Secretaria de Agricultura (são 21 em todo o Estado) ou nas Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV).</p> <p>“É muito importante que os produtores notifiquem a presença de morcegos em suas propriedades ou de animais com sintomas da doença para que possamos acompanhar a evolução dos casos”, explicou a médica veterinária. Segundo ela, o diagnóstico só é possível após a morte do animal, quando é feita a coleta de material do cérebro para a realização de exames.</p> <p>Os donos de animais também devem comunicar existência de abrigos de morcegos hematófagos (bueiros, casas abandonadas, ocos de árvores e caverna, entre outros locais). “O Defis dispõe de equipes treinadas para esse trabalho. Como recomenda o Ministério da Agricultura, os técnicos são imunizados contra a raiva antes de executar o trabalho de captura e monitoramento dos morcegos”, diz Elzira.</p> <p>VACINAÇÃO – Paralelamente, o produtor deve vacinar seu rebanho contra a raiva bovina. A doença não tem cura e, uma vez contaminado, o animal morre. A raiva pode ser transmitida de animais para humanos, levando-os à morte.</p> <p>Nos animais de criação, a vacinação é feita a partir dos três meses de idade, com reforço após 30 dias e, depois, uma vez por ano. Proprietários das áreas próximas de casos notificados de raiva bovina devem vacinar seus rebanhos e também animais domésticos. “Embora a vacina não seja obrigatória no Estado todo, ela é recomendada nas regiões endêmicas. É uma vacina de custo baixo e bastante eficaz”, esclarece Elzira Pierre.</p> <p>No caso das pessoas que tiveram contato com animal positivo para a raiva, é feita a notificação à secretaria, que avaliará a necessidade ou não de vacinação pós-exposição.</p> <p>Os primeiros sintomas apresentados pelos bovinos infectados são perda de apetite, salivação, inquietação e mudança de hábitos, isolando-se dos demais animais do rebanho. O vírus acaba paralisando os membros posteriores dos animais, o que causa dificuldade de locomoção.</p> Fonte: Agência Estadual de Notícias – Paranáhttp://milkworld.com.br/noticias/post/parana-registra-40-casos-de-raiva-bovinahttp://milkworld.com.br/noticias/post/parana-registra-40-casos-de-raiva-bovina28Fri, 03 Feb 2012 08:56:49 -0200China continuará expandindo subsídios para a agricultura<p>O governo central da China informou que prosseguirá com a expansão dos subsídios e investimentos no setor agrícola, como parte dos esforços para garantir a oferta de alimentos no longo prazo.</p> <p>O país elevará fortemente os investimentos em tecnologia agrícola – o caminho mais promissor para agricultura chinesa resolver as limitações ambientais e de recursos –, acrescentou Pequim em comunicado.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://milkworld.com.br/noticias/post/china-continuara-expandindo-subsidios-para-a-agriculturahttp://milkworld.com.br/noticias/post/china-continuara-expandindo-subsidios-para-a-agricultura28Fri, 03 Feb 2012 08:55:40 -0200Goldman Sachs eleva estimativas de preço para milho, trigo e soja<p>O banco norte-americano Goldman Sachs elevou suas estimativas de preço para os grãos, na medida em que o cenário para oferta ficar mais restrito no curto prazo. As previsões de três e seis meses para o milho passaram de US$ 6,30 para US$ 6,90.</p> <p>Segundo o banco, isso também vai puxar os preços do trigo, de modo que as estimativas de três e seis meses aumentaram de US$ 6,20 para US$ 6,80. Os prognósticos de 12 meses para o milho e o trigo mantiveram-se em US$ 5,25 e US$ 5,75, respectivamente.</p> <p>A previsão para a soja no médio prazo permanece, já que uma área plantada decepcionante nos Estados Unidos e um aumento nas exportações fazem a oferta diminuir. O Goldman Sachs elevou sua previsão de preço para três, seis e 12 meses de US$ 12,15 para US$ 12,90.</p> Fonte: Canal Rural/Agência Estadohttp://milkworld.com.br/noticias/post/goldman-sachs-eleva-estimativas-de-preco-para-milho-trigo-e-sojahttp://milkworld.com.br/noticias/post/goldman-sachs-eleva-estimativas-de-preco-para-milho-trigo-e-soja28Fri, 03 Feb 2012 08:52:29 -0200Paraná mantém liderança na aquisição de seguro rural em 2011<p><em>Governo federal desembolsou R$ 253,5 milhões para subvenção do seguro em todo o país no ano passado</em></p> <p>As adesões ao seguro rural quase dobraram em 2011, se comparadas ao ano anterior. O Paraná manteve a liderança entre os Estados na aquisição do seguro. O número de contratos firmados subiu de 52 mil, em 2010, para os atuais 57,8 mil, com desembolso de R$ 253,5 milhões pelo governo federal, ante os R$ 198,3 milhões de 2010. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p> <p>No Paraná, o desembolso do governo federal foi de R$ 70,8 milhões. O Rio Grande do Sul ocupa a segunda posição, com pagamentos de R$ 54,4 milhões, seguido por São Paulo, com subvenção total de R$ 39 milhões, e Santa Catarina, R$ 30,3 milhões. Nos três Estados do Sul, regiões fortemente atingidas pela estiagem no final do ano passado e início de 2012, a área segurada foi de 2,5 milhões de hectares no Paraná, 1,1 milhão de hectares no Rio Grande do Sul e 224 mil hectares, em Santa Catarina. Na região Sudeste, que foi impactada pela chuva, a área segurada em São Paulo foi a maior, totalizando 4,6 mil hectares. Minas Gerais e Rio de Janeiro seguraram 289,8 mil e 231 hectares, respectivamente, no período.</p> <p>No país foram segurados 10,4 milhões de hectares, sendo que no tocante à subvenção, à soja foram pagos pelo governo R$ 90 milhões para uma área segurada de 3,7 milhões de hectares. Em segundo lugar ficou a maçã, com uma área de 21,5 mil hectares e desembolso pelo governo federal de R$ 34,9 milhões. O milho safrinha também teve desembolso expressivo de R$ 30,4 milhões, para uma área segurada de 1,6 milhão hectares.</p> Fonte: Mapahttp://milkworld.com.br/noticias/post/parana-mantem-lideranca-na-aquisicao-de-seguro-rural-em-2011http://milkworld.com.br/noticias/post/parana-mantem-lideranca-na-aquisicao-de-seguro-rural-em-201128Thu, 02 Feb 2012 14:08:48 -0200Agropecuária gera 6,8 mil empregos no MT em 2011<p>A geração de empregos no setor agropecuário de Mato Grosso, ano passado, foi o maior desde 2008. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro a dezembro foram criados 6.827 postos de trabalhos formais a mais.</p> <p>Só Notícias apurou que o saldo foi o terceiro maior entre os setores pesquisados, ficando atrás apenas do comércio (+ 9,4 mil) e prestação de serviços (+ 8,8 mil). Em 2011, Mato Grosso gerou, entre todas as atividades econômicas, 33,6 mil novos empregos. Para apurar os dados, o cadastro leva em consideração os registros formais, ou seja, com carteiras assinadas.</p> <p>Quando comparado com cenário de 2010 do setor agropecuário, o resultado é aproximadamente 79,13% superior. Na ocasião, o saldo final foi de 3.811 profissionais admitidos a mais. Em 2009, o resultado do setor caiu, com a quantidade de demissões superando a de contratações, fechando em - 313 postos de trabalho.</p> <p>O resultado foi influenciado pelas alterações econômicas ocorridas no cenário mundial, a partir do segundo trimestre de 2008 e, também, nacionalmente. O tema acabou destacado pela Secretaria Estadual de Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), em nota técnica publicada em 2011, apontando que as atividades econômicas mais fortes em relação ao mercado internacional (agropecuária e indústria) foram os mais sensíveis aos acontecimentos.</p> <p>Mesmo com a época de mudanças na economia mundial, em 2008 o setor fechou gerando mais empregos: 3,6 mil.</p> Fonte: Agrolink/Só Notíciashttp://milkworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-gera-68-mil-empregos-no-mt-em-2011http://milkworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-gera-68-mil-empregos-no-mt-em-201128Thu, 02 Feb 2012 14:02:40 -0200Compras de milho pela China não significam escassez no mercado local, afirma representante do governo<p>O diretor-geral do Central Rural Work Leading Group, órgão do governo chinês, Chen Xiwen, afirmou que a China não sofre de uma escassez de milho no mercado doméstico.</p> <p>– Nós exportamos uma quantia considerável de produtos à base de milho, como amido e etanol, e produtos animais que consomem milho – disse o executivo durante uma conferência, nessa quinta, dia 2.</p> <p>De acordo com ele, o país exportou mais do que importou. Chen revelou que algumas importações visam a equilibrar a demanda regional, e o preço do milho importado no sul da China, importante área consumidora, pode ser mais baixo que o do grão doméstico. O país comprou quase 3 milhões a 4 milhões de toneladas dos Estados Unidos no ano passado para reabastecer as reservas estatais.</p> Fonte: Canal Rural/AEhttp://milkworld.com.br/noticias/post/compras-de-milho-pela-china-nao-significam-escassez-no-mercado-local-afirma-representante-do-governohttp://milkworld.com.br/noticias/post/compras-de-milho-pela-china-nao-significam-escassez-no-mercado-local-afirma-representante-do-governo28Thu, 02 Feb 2012 14:00:38 -0200Nordeste registra variação de preços do leite repassado ao produtor<p>Produtores de leite da Bahia e do Maranhão receberam menos no pagamento de janeiro referente à produção de dezembro. De acordo com dados divulgados pela Scot Consultoria nesta quinta, dia 2, a queda na Bahia, onde criadores receberam, em média, R$ 0,801 (por litro), chegou a 1,7%.</p> <p>Em outros Estados nordestinos, como Pernambuco, Ceará e Alagoas, o preço do leite ao produtor registrou alta. Em Alagoas, o reajuste foi de 0,8%. Para o próximo pagamento, 67% dos entrevistados pela Scot Consultoria acreditam em estabilidade dos valores no Nordeste. A tendência do volume de leite captado, no entanto, é de queda.</p> <p>Nesta semana, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada divulgou balanço do retorno financeiro do gado de leite no país no primeiro mês de 2012. De acordo com o levantamento, o preço médio recuou 1,7% (ou 1,4 centavo por litro), com a média “nacional” a R$ 0,8316 o litro.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/nordeste-registra-variacao-de-precos-do-leite-repassado-ao-produtorhttp://milkworld.com.br/noticias/post/nordeste-registra-variacao-de-precos-do-leite-repassado-ao-produtor28Thu, 02 Feb 2012 11:19:50 -0200Rabobank acredita que mercado lácteo ficará mais competitivo nos próximos anos<p>O Rabobank divulgou um relatório indicando que o mercado lácteo global crescerá 2,4% por ano nos próximos cinco anos. Mas esse crescimento aconteceria de forma desigual, gerando importantes dinâmicas de mercado.</p> <p>“O crescimento ocorrerá de maneira desigual entre os mercados emergentes. Países como China, Índia, e pertencentes ao Sudeste Asiático devem contabilizar mais de 80% do volume de crescimento no consumo de lácteos”, consta no relatório. “Tocar no crescimento dos mercados emergentes representará um desafio especial para muitos países processadores, que pertencem e ainda focam regiões como União Europeia e Estados Unidos”, explicou o estrategista do Rabobank Tim Hunt.</p> Da redação com fontes internacionaishttp://milkworld.com.br/noticias/post/rabobank-acredita-que-mercado-lacteo-ficara-mais-competitivo-nos-proximos-anoshttp://milkworld.com.br/noticias/post/rabobank-acredita-que-mercado-lacteo-ficara-mais-competitivo-nos-proximos-anos26Thu, 02 Feb 2012 09:10:30 -0200Stephanes alerta para risco de paralisação no envio de produtos agrícolas para Argentinahttp://milkworld.com.br/noticias/post/stephanes-alerta-para-risco-de-paralisacao-no-envio-de-produtos-agricolas-para-argentinahttp://milkworld.com.br/noticias/post/stephanes-alerta-para-risco-de-paralisacao-no-envio-de-produtos-agricolas-para-argentina26Thu, 02 Feb 2012 09:06:58 -0200Embarque de milho cai 17%http://milkworld.com.br/noticias/post/embarque-de-milho-cai-17http://milkworld.com.br/noticias/post/embarque-de-milho-cai-1726Thu, 02 Feb 2012 09:05:29 -0200Nova bolsa de commodities deve operar em 2013http://milkworld.com.br/noticias/post/nova-bolsa-de-commodities-deve-operar-em-2013http://milkworld.com.br/noticias/post/nova-bolsa-de-commodities-deve-operar-em-2013