Milk Worldhttp://milkworld.com.br/Milk WorldMilk World31Fri, 18 May 2012 12:33:05 -0300Dica MilkWorld para o fim de semana: Aletria com Nozes e Merenguehttp://milkworld.com.br/noticias/post/dica-milkworld-para-o-fim-de-semana-aletria-com-nozes-e-merenguehttp://milkworld.com.br/noticias/post/dica-milkworld-para-o-fim-de-semana-aletria-com-nozes-e-merengue31Fri, 18 May 2012 11:23:22 -0300Bezerras são o novo xodó das leiterias<p><em>Investimentos em genética, manejo e alimentação fazem novas gerações do gado holandês alcançar excelência em produtividade</em></p> <p>As vacas holandesas de Carambeí, nos Campos Gerais, são campeãs em produtividade, com 26 litros diários de leite por dia, mas as bezerras que ainda nem saíram do berçário prometem ir ainda mais longe. Elas recebem tratamento especial para desbancarem suas mães e avós. O potencial da nova geração, fruto de investimento em genética, manejo e alimentação, é o cartão de visitas da 8.ª ExpoCarambeí, que ocorre entre hoje e amanhã no Parque Histórico do município – local que é referência do centenário da imigração holandesa no Brasil.</p> <p>A previsão, segundo Eldo Berger, um dos coordenadores da exposição, é que os investimentos elevem em 10% a produtividade a cada geração. O pecuarista Maurício Greidanus calcula aumento de 6% por lactação, cuja duração média é de 305 dias. Quando as bezerras hoje alimentadas com ração e mamadeira derem suas primeiras crias, aos 2 anos de vida, poderão render dois litros de leite a mais que suas mães diariamente.</p> <p>Zootecnista da cooperativa Batavo, Michael Warkentin afirma que, em tese, os animais novos produzem mais do que os antecessores. A receita, segundo ele, está no manejo adequado, na nutrição equilibrada e na genética.</p> <p>O professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Newton Pohl Ribas explica que o gado que veio com os primeiros holandeses para a região produzia em média 4 mil litros de leite por lactação. Com os investimentos iniciais na compra de materiais genéticos da Argentina e do Uruguai, a produtividade subiu para 7 mil litros. Nos últimos 20 anos, com a inserção de embriões dos Estados Unidos e do Canadá, a produtividade saltou a 10 mil litros de leite por lactação. “Agora os produtores estão investindo em qualidade trazendo material genético [sêmen] da Alemanha, França e Holanda”, acrescenta.</p> <p>A média diária de produção de leite é de 6,35 litros no Paraná, conforme dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os produtores que superam esse índice, Greidanus tem vacas de 35 litros diários.</p> <p>Há nove meses, ele investiu no berçário da fazenda localizada em Carambeí. Para atender 83 bezerras, instalou máquinas “call feeders”, que fornecem leite e ração para os filhotes em quantidades definidas por um programa de computador.</p> <p>“Cada animal tem um chip e cada aparelho tem um sensor. Assim, sabemos quanto um animal deve comer por dia e quanto ele comeu. Se ele consumiu menos, vamos atrás para completar a alimentação”, explica o técnico agrícola Luís Fernando Moroz. O ganho considerado é certo. “Esperamos aumentar a produtividade anual em até 6% e diminuir em um mês o tempo médio de espera pela primeira cria”, acrescenta Greidanus.</p> Fonte: Gazeta do Povohttp://milkworld.com.br/noticias/post/bezerras-sao-o-novo-xodo-das-leiteriashttp://milkworld.com.br/noticias/post/bezerras-sao-o-novo-xodo-das-leiterias31Fri, 18 May 2012 10:11:54 -0300Agricultura salva PIB<p>Mais uma vez, a agricultura e o agronegócio estão salvando a economia e a balança comercial. Há produção e investimento. A safra agrícola atual, 2011/12, deve ser 1,7% menor que a anterior, de 160 milhões de toneladas, principalmente por causa da seca do Nordeste - uma quebra de 40%, mas o mercado interno continua plenamente atendido e as exportações aumentam.</p> <p>Esse cenário contrasta com os demais setores, que recebem mais atenção da mídia. Serve de exemplo e merece ser destacado, pois é um exemplo de grande êxito a seguir.</p> <p>Salva a balança. Com superávit comercial de US$ 20,8 bilhões de janeiro a abril e US$ 77,95 bilhões em 12 meses, o agronegócio continuou a ser o principal fator de segurança do setor externo. Sem ele, não haveria superávit, mas déficit. O Brasil tem 7% da produção mundial de grãos. No mundo, são 2,3 bilhões de toneladas e, no Brasil, 160 milhões.</p> <p>Da reforma cambial, em 1999, até hoje, as vendas externas de alimentos e agroprodutos aumentaram velozmente, 200% (!), enquanto as cotações das commodities se valorizavam apenas 23%, lembra Rolf Kuntz em artigo neste caderno, em 14 de março. E isso, apesar de os produtos brasileiros sofrerem feroz competição de países competidores com subsídios, protecionismos, manipulação cambial e até discriminação.</p> <p>O destaque para esse cenário positivo levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%). No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja ainda estavam elevados, mas a cotação média de exportação tanto do farelo quanto do óleo de soja caíram 10% e 6%, respectivamente. A queda dos preços das commodities e dos produtos agrícolas foi compensada por maior agressividade do agricultor brasileiro, apoiada pelo governo, num mercado competitivo e em retração.</p> <p>O que pesa. O agronegócio participava no ano passado com 22,15 % do PIB. Sozinha, a agricultura participa com 70% e a pecuária com 30 %. O setor emprega cerca de 30 milhões de pessoas - entre 16 e 17 milhões encontram-se no setor primário e o restante nos diversos segmentos que compõem o setor.</p> <p>Não é de hoje que o Brasil vem investindo na diversificação de parceiros comerciais. Não dependemos de um ou dois mercados e, justamente por isso, não fomos afetados pela crise global da mesma forma que os Estados Unidos e os países europeus. O Brasil é hoje líder em café e suco de laranja, ou ocupa os primeiros quatro lugares no comércio mundial de alimentos.</p> <p>A grande vantagem. O Brasil está numa posição única: tem terras desocupadas ainda por explorar. Há no País pelo menos 50 milhões de hectares. O coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Roberto Rodrigues, lembra que entre 1990 e 2010 a produção de alimentos cresceu nada menos que 173%, enquanto a área apenas 36%. E isso porque a produtividade cresceu 100%, diz ele. Há um espaço enorme para avançar sem ferir o meio ambiente.</p> <p>A OCDE coloca o Brasil entre os principais países para atender ao crescimento de 20% da produção mundial nos próximos 8 anos. E isso porque, diz a organização, sua produção de alimentos pode crescer 40% em média na década, enquanto o potencial da Austrália é de 17%, e do Canadá, Estados Unidos e União Europeia, apenas 4%.</p> Fonte: MSN/Estadãohttp://milkworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pibhttp://milkworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pib31Fri, 18 May 2012 10:08:04 -0300MT e 4 estados devem reunir 63% do valor de produção agrícola, diz Mapa<p>Cinco estados brasileiros devem concentrar em 2012 pelo menos 63,3% de todas as riquezas produzidas pela atividade agrícola do país. Os estados estão localizados nas principais regiões produtoras do Brasil, sendo dois na região Sudeste, dois no Centro-Oeste e um no Sul o país. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), juntos, os estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Goiás devem faturar neste ano R$ 133,9 bilhões com o exercício agrícola, detendo os maiores Valores Brutos da Produção (VBP).</p> <p>São Paulo deve contabilizar em 2012 o maior rendimento com a atividade agrícola do Brasil e deve arrecadar R$ 42,2 bilhões. Já Mato Grosso, que é o maior produtor brasileiro de grãos, apresenta a segunda maior arrecadação, com R$ 27,8 bilhões. As projeções são elaboradas a partir das estimativas de safra e os preços.</p> <p>O desempenho dos estados do Centro-Oeste fará com que, pela primeira vez, o Valor Bruto de Produção para a região supere o Sul. De acordo com o Mapa, para as duas localidades o VBP deve atingir, respectivamente, R$ 52,9 bilhões e R$ 42,7 bilhões.</p> <p>Cleber Noronha, analista de mercado do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), destaca que o avanço da região Centro-Oeste também se deve à chamada 'safra cheia'. "O Centro-Oeste está se desenvolvendo muito bem. Enquanto isso, no Sul, que registrou queda na produção deve gerar um VBP menor. Isso deu espaço para o Centro-Oeste subir", pontuou o especialista.</p> <p>Mas Noronha ressalva que apesar da cifra alta, o VBP não reflete em sua totalidade ao montante real que deve ficar nas mãos dos produtores. A análise do Mapa mostrou que na unidade federada seis culturas devem apresentar menor desempenho este ano: algodão, arroz, banana, café, mandioca e tomate. Enquanto isso, culturas como cana-de-açúcar, milho e soja devem registrar incremento no rendimento bruto anual.</p> <p>Brasil - No Brasil, indicou o Mapa, o Valor Bruto da Produção está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, valor inferior ao obtido no ano passado, em R$ 216,26 bilhões. Apesar do recuo, aponta o Mapa, deve se tornar o segundo maior valor desde 1997.</p> Fonte: G1http://milkworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapahttp://milkworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapa31Fri, 18 May 2012 10:04:30 -0300MSD Saúde Animal participa do Dia de Campo Leite no Sertão<p><em>A parceria entre empresas e cooperativa leva aos pecuaristas de Senhor do Bonfim e região resultados reais de tecnologia e propicia a produção de animais para o mercado</em></p> <p>A MSD Saúde Animal, em parceria com Beatriz Lobo, promovem o Dia de Campo Leite no Sertão, a ser realizado no dia 20 de maio, na Fazenda Brejinho (próximo à torre da Rádio Caraíba), a partir das 8 horas, no município de Senhor do Bonfim, Bahia.</p> <p>O evento tem por objetivo levar informação de qualidade ao produtor de leite, mostrar as várias tecnologias disponíveis em saúde, produção e reprodução animal além de impulsionar o uso dessas tecnologias por parte do produtor de leite, mostrando a necessidade da adoção dessas tecnologias com o intuito de se manter competitivo na cadeia produtiva do leite.</p> <p>Daniela Araújo Coutinho Nascimento, Médica Veterinária, Mestre em Ciência Animal nos Trópicos e Consultora em Pecuária da MSD Saúde Animal, acredita que eventos como esse ajudam a orientar o produtor rural, oferecendo as informações necessárias para que os produtores possam trabalhar de maneira eficiente e, assim, ofertar leite com maior qualidade ao mercado.</p> <p>“Os produtores presentes terão a oportunidade de aprender, trocar conhecimentos e tirar suas dúvidas com grandes profissionais das mais variadas áreas de atuação”, cita Daniela. Ela acrescenta ainda que os produtores assistirão a palestras com temas relevantes para a produção leiteira. “As palestras ajudarão na lucratividade das propriedades leiteiras, pois os assuntos tratados falam de problemas e dificuldades enfrentados no dia a dia das propriedades”, finaliza.</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertaohttp://milkworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertao31Fri, 18 May 2012 10:01:33 -0300Exportação de MT tem alta de 26,8% até abril <p>O balanço das exportações mato-grossenses neste primeiro quadrimestre do ano mostra crescimento na receita das vendas de 26,84% em relação ao observado em igual período do ano passado. De janeiro a abril, os embarques somaram US$ 3,93 bilhões, ante um saldo anterior de US$ 3,09 bilhões. O tripé formado pela valorização das commodities – especialmente as do complexo soja -, da apreciação do dólar frente ao real e da forte demanda mundial, explicam o ritmo inédito cravado no comércio internacional estadual em 2012.</p> <p>O valor acumulado nos últimos quatro meses, novamente um recorde para o período, mostra que Mato Grosso manteve faturamento médio mensal, em 2012, de cerca de US$ 1 bilhão, ante aproximadamente US$ 774 milhões/mês no ano passado.</p> <p>Com quase US$ 4 bilhões acumulados neste quadrimestre, Mato Grosso segue na oitava colocação entre os maiores exportadores brasileiros, ranking liderado pelo estado de São Paulo, cuja receita acumulada é de US$ 16,73 bilhões. “É importante registrar que Mato Grosso supera os estados de Santa Catarina e Bahia, que possuem economias bem mais estruturadas, o que evidencia nossa importância como gerador de divisas para o país”, observa o economista e proprietário da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro.</p> <p>A balança comercial mato-grossense no quadrimestre também traz resultado positivo, fruto do incremento das exportações, em 26,8%, e da queda das importações em 5,3%, que no período comparado passaram de US$ 450,22 milhões em 2011 para US$ 426,37 milhões em 2012. A balança comercial – exportações menos as importações - registrou superávit de US$ 3,5 bilhões, valor 32% maior do que o saldo de US$ 2,65 bilhões do mesmo período do ano passado, “cravando mais um recorde histórico”, frisa Timo Ribeiro. Ainda como acrescenta o economista, o Estado acumula mais um resultado extremamente importante dentro do comércio internacional do país, ao figurar como o quarto maior superávit do quadrimestre, US$ 3,50 bilhões, atrás apenas de Minas Gerais (US$ 6,65 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 4,98 bilhões) e do Pará (US$ 3,85 bilhões).</p> <p>A PAUTA - Timo Ribeiro chama à atenção para distribuição da pauta estadual de produtos. “Mais uma vez, houve forte concentração em nossa pauta exportadora, com expressivo crescimento da participação dos produtos do complexo soja com aumento em 10 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Tal posição deve ser revertida ao longo do ano, com maiores embarques de milho, algodão e carnes, principalmente”. De janeiro a abril deste ano, como explica, dos US$ 3,93 bilhões faturados pelo Estado com as exportações, US$ 3,03 vieram das vendas do complexo, o que representa 77,1% do total estadual. No ano passado a participação era de 67,7%, de um total de negócios em US$ 2,09 bilhões.</p> <p>Destaque na pauta estadual até abril é a inversão dos negócios. Em abril do ano passado, por exemplo, o milho já era o segundo produto de maior peso na pauta estadual, superando o complexo carnes. Como a safra do cereal no ano passado foi menor do que o esperado, quase não havia estoques para se negociar neste ano e por isso o milho cedeu lugar às carnes. O cereal exibiu receita de US$ 461,63 milhões no primeiro quadrimestre do ano passado e em 2012 caiu para US$ 172,76 milhões. Com negócios 62% menores, a participação do milho no total exportado pelo Estado passou de 14,9% para 4,4%.</p> <p>Como destaca Timo Ribeiro, as exportações do complexo soja totalizam aumento de 44% em valor, especialmente por conta do forte aumento dos embarques físicos principalmente de óleo, soja em grão e farelo, com 132,6%, 44,6% e 42,4% respectivamente. “Esses resultados foram nitidamente influenciados pela demanda internacional e pelo câmbio favorável pela desvalorização do real de 17% no período analisado, o que é muito positivo para nossa vendas”, aponta o economista.</p> <p>As exportações do complexo carne registraram pequeno aumento de 1,6%, com faturamento de US$ 399,74 milhões ante US$ 393,43 milhões. A carne frango mesmo com o pequeno aumento físico de 2,4% atingiu 64,7 mil toneladas, volume maior do que os embarques de carne bovina de 52,18 mil toneladas, mantendo a tendência iniciada no primeiro trimestre do ano passado. O faturamento com o produto cresceu 13,8% dado o aumento de 11,1% no preço. As outras carnes, especialmente a suína continuam retraídas em função da manutenção do embargo russo.</p> <p>“O crescimento acelerado dos embarques estaduais de carne de frango mostra a avicultura se consolidando como uma nova e dinâmica cadeia produtiva estadual, oportunizando a agregação de valor via conversão de proteína vegetal em proteína animal. Embora ainda sentindo fortemente o embargo russo, o desempenho registrado pelo segmento frigorífico, pelo que representa para a agregação de valor e geração de emprego e renda, é um feito da mais alta relevância, consolidando Mato Grosso como player mundial na produção de alimentos”, defende Timo Ribeiro.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://milkworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abrilhttp://milkworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abril31Fri, 18 May 2012 09:53:51 -0300Produtores de leite pedem restrição às importações argentinas<p>Produtores de leite, preocupados com o desestímulo à produção nacional por conta do aumento das importações de lácteos, cobram do governo medidas para restringir a entrada de produtos de países do Mercosul, principalmente da Argentina. O presidente da Câmara Setorial de Leite e Derivados, Rodrigo Sant'Anna Alvim, diz que o governo não pode deixar a Argentina "tripudiar em cima do Brasil, que cumpre as regras do Mercosul que os outros (países) não cumprem".</p> <p>Dados do Ministério da Agricultura mostram que as importações brasileiras de produtos lácteos nos primeiros quatro meses deste ano somaram 66,7 mil toneladas, volume 34,4% acima do importado em igual período do ano passado. O valor das importações cresceu 27,5% e atingiu US$ 230,4 milhões. Já as exportações brasileiras de lácteos cresceram 10% em volume (para 13,3 mil toneladas) e a receita aumentou 18,6% (para US$ 40 milhões). O déficit da balança de lácteos de janeiro a abril deste ano somou US$ 190,3 bilhões, valor 30% acima do observado no mesmo período do ano passado.</p> <p>Rodrigo Alvim diz que os números da balança comercial deveriam levar o governo a tomar uma posição para proteger a cadeia de lácteos nacional, a exemplo do que faz a Argentina quando proíbe a entrada de sapato, eletrodomésticos, frutas e carne suína. "Tudo o que o senhor Moreno (Guillermo Moreno, secretário argentino de comércio interior) faz para ajudar a Argentina ninguém faz aqui. O Brasil não reage."</p> <p>O dirigente diz que será difícil para o setor renovar o acordo firmado com os argentinos em novembro do ano passado para limitar as importações de lácteos. No primeiro quadrimestre deste ano as vendas argentinas de leite em pó para o mercado brasileiro ficaram dentro da média mensal de 3,6 mil toneladas acertadas pelo setor privado dos dois países, graças à redução de 20,3% no volume exportado. Entretanto, os argentinos mais que triplicaram as exportações de queijo e dobraram as vendas de manteiga para o Brasil, o que manteve o volume total de lácteos praticamente inalterado em relação aos primeiros quatro meses do ano passado (alta de 0,79% para 31,2 mil toneladas).</p> <p>Rodrigo Alvim diz que outro fator que deve dificultar as discussões sobre cotas com os argentinos é o avanço das exportações uruguaias de lácteos para o mercado brasileiro. Os dados do Ministério da Agricultura mostram que as exportações totais de lácteos do Uruguai para o Brasil no primeiro quadrimestre deste ano somou 28,1 mil toneladas, volume 98,6% acima do registrado em igual período do ano passado. A receita obtida pelos uruguaios cresceu 54,0% e atingiu US$ 81,5 milhões. O Chile também ganhou espaço nas importações brasileiras, que saltaram de 904 toneladas nos primeiros quatro meses do ano passado para 4,214 mil toneladas no mesmo período deste ano, um aumento de 366%.</p> <p>O presidente da câmara diz que o impacto provocado pela "avalanche da importação de lácteos" é o desestímulo do produtor brasileiro, com a redução do índice de captação de leite. Ele argumenta que o setor vem sendo pressionado pelo aumento real do salário mínimo nos últimos anos, pois a mão-de-obra é responsável por 15% do custo de produção. Outro fator de pressão é o aumento dos preços dos grãos, pois a ração responde por 40% do custo da pecuária leiteira. Fonte: Agência Estado</p> <p>Nelore faz ótima média em Formoso, no Tocantins</p> <p>A 23ª edição do remate fatura mais de R$ 1 milhão na venda de Nelore PO e gado de corte.</p> <p>A comercialização de Nelore no 23º Leilão de Formoso do Araguaia promovido pelo Sindicato Rural do município, no Tocantins, resultou em R$ 1.102.840 no dia 13 de maio.</p> <p>Os 23 touros saíram pela média de R$ 6.320, totalizando R$ 145.360. A oferta também inclui a venda de 1.350 cabeças de gado geral por R$ 957.480.</p> <p>Os lances ocorreram no tatersal do sindicato. A organização ficou a cargo da Centro Oeste, com os trabalhos conduzidos pelo leiloeiro Marcio Rezende. Pagamentos em 20 parcelas.</p> Fonte: DBOhttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-de-leite-pedem-restricao-as-importacoes-argentinashttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-de-leite-pedem-restricao-as-importacoes-argentinas31Fri, 18 May 2012 09:46:59 -0300PF apura irregularidades no programa do leite<p>A Polícia Federal na Paraíba, em atuação conjunta com o Ministério Público Federal, a Controladoria-Geral da União e o tribunal de Contas da União, desencadearam, na manhã desta quarta-feira (16), a operaçao Amaltéia, a fim de dar cumprimento a 22 Mandados de Busca e Apreensão e 08 Mandados de Proibição de que investigados freqüentem laticínios e órgão públicos, todos expedidos pela Justiça Federal na Paraíba. Participam desta Operação 20 servidores da CGU e cerca de 100 Policiais Federais.</p> <p>A investigação tem como objetivo desarticular um esquema criminoso que vem fraudando e causando prejuízos ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o qual firma convênio com o órgão estadual responsável por operacionalizar a contratação de laticínios e o controle de produtores rurais para que haja a distribuição de leite, no denominado Programa de Leite da Paraíba.</p> <p>Verificou-se que a quadrilha agia se valendo de pessoas que não se enquadram na condição de produtor rural e que, por isto, não estariam aptas a fornecer leite ao Programa.</p> <p>Indícios também apontam suposto envolvimento de servidores da FAC – Fundação de Apoio Comunitário do Estado da Paraíba, responsável por operacionalizar o Programa do Leite.</p> <p>Outra irregularidade detectada e que está sendo criteriosamente analisada diz respeito à qualidade do leite (provável adição de água ao leite e também há suspeita de que são acrescidas ao leite substâncias químicas para prolongar sua vida útil).</p> <p>O volume de recursos repassado ao Programa alcançou o montante de R$ 285.863.318,15, sendo este resultante do somatório dos valores pactuados nos convênios firmados entre a FAC e o MDS no período de 2005 a 2011. O montante aplicado irregularmente ou desviado está sendo apurado.</p> <p>Será concedida uma coletiva de imprensa às 10h30 na Superintendência de Polícia Federal na cidade de Cabedelo.</p> Fonte: Jornal da Paraíbahttp://milkworld.com.br/noticias/post/pf-apura-irregularidades-no-programa-do-leitehttp://milkworld.com.br/noticias/post/pf-apura-irregularidades-no-programa-do-leite31Thu, 17 May 2012 15:03:31 -0300Presidente do SINDAN assume cargo de Diretor da IFAH<p><em>Ricardo Pinto irá representar a indústria de produtos para a saúde animal na Internacional Federation for Animal Health</em></p> <p>O presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), Ricardo Pinto, foi eleito Diretor da IFAH (Internacional Federation for Animal Health), entidade internacional que representa a indústria de produtos para a saúde animal, em Bruxelas, na Bélgica, no início de abril, representando as Américas do Sul e Central.</p> <p>A Assembléia Geral de 2012 foi conduzida pelo presidente da entidade Juan Ramón Alaix, principal executivo mundial da Pfizer Animal Health, e secretariado pela diretora executiva da entidade Bárbara Freischem. No evento, foram apresentados em seminários discussões de estratégias futuras além das prioridades para o setor veterinário mundial.</p> <p>Um dos focos da IFAH é assegurar que as decisões sejam tomadas com base na ciência, propiciando segurança alimentar ao consumidor, principalmente nas questões relacionados a novos produtos, com base nos organismos de registros e entidades internacionais.</p> <p>Mais informações: www.ifahsec.org</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifahhttp://milkworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifah31Thu, 17 May 2012 14:46:37 -0300Syngenta apresenta soluções para a safrinha durante a Agrobrasília<p><em>Empresa leva aos agricultores da região seu portfólio de soluções integradas para a segunda safra, prática que ganha cada vez mais importância na região</em></p> <p>A Syngenta leva a Agrobrasília, uma das mais importantes feiras de agronegócio do país suas soluções desenvolvidas e adaptadas para acompanhar o crescimento da safrinha no Cerrado. A prática da segunda safra tem ganhado cada vez mais importância no entorno de Brasília e por conta disso, a empresa levará à feira sementes de soja de ciclo precoce, que levam de 90 a 95 dias do plantio à colheita. “Com um ciclo mais rápido, essas variedades permitem que haja uma segunda colheita, aproveitando o final do período de chuvas”, observa Lucas Perez, coordenador de marketing da Syngenta. Segundo ele, a variedade de soja mais utilizada atualmente na região é a ciclo tardio.</p> <p>A empresa também apresentará variedades de milho safrinha de ciclo precoce, indicados à região e seu portfólio para uma cultura que ganha cada vez mais espaço: o girassol, excelente opção para safrinha, por demandar menos água que o milho e pela sua alta lucratividade. “A empresa desenvolveu desde sementes apropriadas para as condições brasileiras até um modelo de comercialização”, explica Perez.</p> <p>Outro diferencial da Syngenta será o projeto “Seis Toneladas” que busca orientar agricultores a obter a produtividade máxima com a cultura do feijão. Com a participação da Embrapa e do Centro Nacional de Pesquisas e Feijão (CNPAF) de Goiânia (GO), a iniciativa, resultou em um livro que traz informações detalhadas sobre o manejo necessário para ganhos de até 6 toneladas em um hectare. Os trabalhos foram coordenados pelo grupo GTEC-feijão que reuniu vários especialistas das entidades que abordaram temas como fisiologia, adubação, fitotecnia, fitopatologia, plantas daninhas e entomologia.</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/syngenta-apresenta-solucoes-para-a-safrinha-durante-a-agrobrasiliahttp://milkworld.com.br/noticias/post/syngenta-apresenta-solucoes-para-a-safrinha-durante-a-agrobrasilia31Thu, 17 May 2012 12:11:08 -0300Patrícia Aparecida dos Santos assume Coordenação de Inteligência de Mercado da MSD Saúde Animal<p>Patrícia Aparecida dos Santos foi contratada e, a partir de 09 de abril de 2012, passa a assumir a Coordenação de Inteligência de Mercado da MSD Saúde Animal.</p> <p>Formada em Administração de Empresas pela Faculdade Oswaldo Cruz, é pós-graduada em Negócios Internacionais (Mackenzie) e em Marketing (FAAP); especialização em Estratégia de Marketing (FGV) e cursa MBA em Estratégia de Negócios - BSP Business School São Paulo.</p> <p>Patrícia ingressa na empresa com a tarefa de dar continuidade ao exemplar trabalho desenvolvido, nesta função, por Arnaldo Elias, que se aposenta, após anos de dedicação, eficiência e muitas conquistas para a empresa. Patrícia está sob direção de Gúbio Almeida, Diretor de Operações da MSD Saúde Animal.</p> <p>Para Patrícia, trata-se de um desafio, pois o mercado de saúde animal é novo para ela. “Pretendo me reunir com cada liderança da empresa para entender as estratégias, as metas que almejam, contribuindo desta forma para atender as necessidades deste mercado, ganhando mais market share para a MSD Saúde Animal", garante.</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/patricia-aparecida-dos-santos-assume-coordenacao-de-inteligencia-de-mercado-da-msd-saude-animalhttp://milkworld.com.br/noticias/post/patricia-aparecida-dos-santos-assume-coordenacao-de-inteligencia-de-mercado-da-msd-saude-animal31Thu, 17 May 2012 10:44:58 -0300Reação no preço é insuficiente para cobrir custos de produção de leite<p>Produtores também temem a concorrência com o produto importado. Criador recebeu R$ 0,85 pelo litro na última entrega do produto em MG.</p> <p>A produção de leite na fazenda de André Luiz Alves em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, chega a 300 litros por dia.</p> <p>O criador vendeu o litro por R$ 0,85 na última entrega do produto e apesar de ter a expectativa de receber R$ 0,88, ele acredita que as contas não vão fechar.</p> <p>Entre maio e novembro acontece o período da entressafra, onde o pasto diminui por causa da estiagem. Para não comprometer a alimentação do gado e perder na produção de leite é preciso investir mais em insumos. De acordo com as contas do criador, o aumento no custo de produção é de, pelo menos, 10% nesta época.</p> <p>A Cooperativa de Uberlândia recebe o leite de cinco municípios do Triângulo Mineiro e a produção, que atinge 180 mil litros por dia, não chega neste período a 165 mil. Com a redução na captação, o preço acaba subindo, mas a alta poderia ser maior não fosse a concorrência com o produto importado.</p> <p>“As importações continuam a acontecer. Elas entram no país com o custo menor do que o produzido interno, o que desestabiliza nossa produção. Esse é um problema que acontece todos os anos”, diz Cenyldes Vieira, presidente da cooperativa.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://milkworld.com.br/noticias/post/reacao-no-preco-e-insuficiente-para-cobrir-custos-de-producao-de-leite-2http://milkworld.com.br/noticias/post/reacao-no-preco-e-insuficiente-para-cobrir-custos-de-producao-de-leite-231Thu, 17 May 2012 10:06:46 -0300Ministro da Agricultura: "Código Florestal possui textos confusos"<p>O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, comentou nesta segunda-feira o texto do novo código Florestal, em análise pelo Poder Executivo. Para o ministro, o projeto tem trechos inadequados. "Tivemos os parágrafos 4º e 5º do Artigo 61 que, do meu ponto de vista, prejudicam o pequeno produtor. E existem outros textos confusos", disse.</p> <p>Mendes Ribeiro disse que o governo está examinando exaustivamente o texto para tomar a decisão de vetá-lo totalmente ou parcialmente. "Esse exame está sendo feito com todo cuidado e, na data do veto, o governo fará o veto", defendeu o ministro.</p> <p>Os parágrafos em questão tratam do reflorestamento da mata ciliar, aquela à margem dos rios, de propriedades rurais em Áreas de Preservação Permanente (APPs). Pelo novo código, imóveis às margens de cursos d'água de até 10 m de largura devem repor uma faixa de 15 m de de mata ciliar.</p> <p>Independentemente da decisão presidencial, Mendes Ribeiro disse que a discussão sobre o código representou um avanço. "O preconceito com a área rural diminuiu e o conhecimento sobre a capacidade de produzir do trabalhador rural brasileiro ficou bem registrado. Amadurecemos, a educação ambiental cresceu, nós só ganhamos", afirmou. A presidente Dilma Roussef tem até o próximo dia 25 para decidir pelo veto ou não do projeto.</p> Fonte: Agência Brasilhttp://milkworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-codigo-florestal-possui-textos-confusoshttp://milkworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-codigo-florestal-possui-textos-confusos31Thu, 17 May 2012 09:50:42 -0300Na Nova Zelândia, produção de leite chama a atenção da equipe do Famato e Senar-MT<p>Depois de passar pela Austrália, onde a equipe da Missão Técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) conheceu de perto a produção de gado de corte, o grupo continua a viagem pela Nova Zelândia. Desde a última sexta-feira (11.05) os participantes estão no país aprendendo mais sobre o desenvolvimento da pecuária leiteira que é bastante representativa na região.</p> <p>Além das propriedades com foco na pecuária leiteira, os integrantes também estiveram em fazendas de ovinos e de gado de corte, participaram de um seminário sobre a “Agricultura e Pecuária na Nova Zelândia”, com Dr. Tony Zwart, da Universidade de Lincoln, e visitaram um mercado de lã.</p> <p>A produção de leite no país é bastante desenvolvida, girando em torno de 16 milhões de litros ao ano. Segundo o presidente da Famato e do Senar-MT, Rui Prado, a estrutura de uma fazenda que produz leite na Nova Zelândia é muito organizada. “Tudo é feito de maneira mecanizada e de forma impecável, principalmente a alimentação dos animais. As vacas são alimentadas no pasto e recebem também suplementação no cocho. O cuidado com a pastagem é muito grande. A checagem do alimento é feita toda semana em todos os piquetes para garantir que não falte ração”, explica Prado.</p> <p>A pastagem das propriedades é bem peculiar: “No pasto há quatro tipos de capins, sendo o trevo branco, trevo vermelho, grama e chicória. Apesar de serem plantas nativas da Nova Zelândia, vimos que, para Mato Grosso, é possível implantar pastagens consorciadas com mais de um tipo de capim”, afirma o presidente da Famato e do Senar-MT.</p> <p>O diretor de Relações Institucionais da Famato, Rogério Romanini, destaca a importância da Missão Técnica para troca de experiências e conhecimentos: “Desenvolver a pecuária leiteira é o nosso foco para este ano em Mato Grosso. O estado tem muito potencial para expandir a produção de leite. Precisamos aumentar a qualificação da mão de obra e ter acesso facilitado ao crédito para investir mais neste setor”.</p> <p>ILP - A visita em uma fazenda na região de Ashburton foi a que mais chamou a atenção da equipe. Na propriedade são produzidas carne bovina, batata e milho no sistema Integração Lavoura-Pecuária (ILP), conforme conta o superintendente do Senar-MT, Tiago Mattosinho.</p> <p>“Nesta propriedade o mais interessante que observamos foi algo que falamos muito em Mato Grosso, porém ainda não é feito em grande escala, ou seja, a Integração Lavoura-Pecuária. Nesta fazenda, o milho produzido é utilizado na alimentação do gado e há um confinamento alugado para outros fazendeiros da região. Além disso, o produtor arrenda uma área para produção de batata, garantindo alta produtividade de todos os produtores da região, e o esterco gerado na propriedade é usado para adubar a plantação de batata”.</p> <p>A missão começou dia 02 e vai até a próxima quarta-feira, 16 de maio. Acompanhe todas as notícias sobre a viagem pelo Blog do Sistema Famato http://blogdafamato.wordpress.com.</p> <p>A Famato é a entidade que representa os 86 sindicatos rurais existentes em Mato Grosso. Junto com o Senar-MT e o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), formam o Sistema Famato.</p> Fonte: Ascom Famatohttp://milkworld.com.br/noticias/post/na-nova-zelandia-producao-de-leite-chama-a-atencao-da-equipe-do-famato-e-senar-mthttp://milkworld.com.br/noticias/post/na-nova-zelandia-producao-de-leite-chama-a-atencao-da-equipe-do-famato-e-senar-mt31Thu, 17 May 2012 09:45:34 -0300Produtores querem limites nos royalties para transgênicos<p>Em debate na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) nessa quinta-feira (10), representantes dos produtores de soja e de sementes defenderam regras mais claras para cobrança de royalties para biotecnologias, em especial para sementes transgênicas. Segundo explicou Glauber Silveira da Silva, presidente da Associação dos Produtores de Soja, os royalties são cobrados na compra da semente geneticamente modificada e também na entrega da colheita, havendo confisco de parte da produção.</p> <p>– As empresas auditam e fiscalizam a cobrança de royalties – protestou ele, ao defender a uniformização do processo de remuneração aos detentores de patentes de sementes.</p> <p>O presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso, Pierre Narie Jean Patriat, apontou o domínio que as empresas que controlam os transgênicos exercem sobre os produtores. As empresas, explicou ele, licenciam a produção de variedades de interesse do setor produtivo, mas apenas as opções disponibilizadas pelas corporações.</p> <p>Em 2005, apenas um quarto da soja produzida no Brasil era transgênica. A situação hoje se inverteu e 82% da soja brasileira já são geneticamente modificados. No milho, o transgênico já chega a 67% da produção e no algodão, a 32% do total. No conjunto, o Brasil é o segundo no uso de sementes geneticamente modificadas, no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</p> <p>Escolha limitada</p> <p>Glauber da Silva e Pierre Patriat discordaram da alegação de Ivo Carraro, diretor da Associação Brasileira de Sementes e Mudas, de que há liberdade de mercado, tendo o produtor amplo direito de escolha, o que também foi rebatido pelo senador Blairo Maggi (PR-MT).</p> <p>– O mercado não é tão livre assim – disse o parlamentar, que defende o pagamento de royalties, mas de forma justa. Ele defendeu a revalidação das patentes, para avaliar se a tecnologia oferecida continua viável, justificando a remuneração de seus detentores.</p> <p>Fundo</p> <p>Para desonerar os produtores, Irineu Orth, presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul, sugeriu a criação de fundos que remunerem detentores de patentes, pesquisadores e produtores de sementes. Seria um fundo para cada uma das commodities, abastecido por 0,5% do valor obtido na comercialização e administrado por representantes do governo federal e de entidades nacionais representativas de cada cultura.</p> <p>A medida teria o objetivo de evitar conflitos judiciais como o relatado no início do debate pelo presidente da CRA, Acir Gurgacz (PDT-RO), entre a empresa Monsanto e produtores do Rio Grande do Sul, quando a Justiça Federal considerou abusiva a cobrança da taxa tecnológica sobre a comercialização da soja transgênica.</p> <p>Pesquisa e segurança alimentar</p> <p>Os participantes da audiência pública foram unânimes na defesa da pesquisa nacional em biotecnologia, como condição para o país competir com as multinacionais. Na opinião de Blairo Maggi, o governo deve reforçar o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), responsável pelo conhecimento necessário ao avanço do agronegócio brasileiro. Kátia Abreu (PSD-TO) concordou com o colega.</p> <p>– Um país que não tenha seu próprio patrimônio intelectual, que não tenha uma corporação forte em pesquisa, de acordo com seus climas, com suas terras, é um país que tende a ir para o atraso – frisou a parlamentar, sendo apoiada por Casildo Maldaner (PMDB-SC).</p> <p>O representante da Embrapa, Felipe Teixeira, reconheceu a importância das investigações em biotecnologias, mas ressaltou a necessidade de se manter também a pesquisa sobre variedades convencionais. Ao concordar, Blairo Maggi disse que o país deve conservar um banco de germoplasma, necessário à segurança alimentar. O senador alertou para o fato de as multinacionais exigirem que o produtor de sementes deixe de produzir variedades convencionais como condição para o licenciamento da produção de sementes modificadas.</p> <p>– Aí é que mora o perigo, da força que tem essa tecnologia de impedir que os sementeiros possam reproduzir as sementes convencionais. Isso é um monopólio, um crime contra o país, que precisa ser denunciado – disse Blairo Maggi.</p> <p>Sobre esse assunto, o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtos de Grãos não Geneticamente Modificados, César Borges Sousa, lembrou que os produtores já enfrentaram a falta de oferta de sementes não transgênicas e hoje se destacam no mercado mundial.</p> <p>– O Brasil é líder mundial de soja convencional. 50% do farelo de soja exportado pelo Brasil são provenientes de soja não transgênica.</p> <p>Em resposta a Ana Amélia (PP-RS), Souza informou que o custo de produção e a produtividade da soja transgênica e da convencional estão muito próximos.</p> Fonte: Agência Senadohttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-querem-limites-nos-royalties-para-transgenicos-2http://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-querem-limites-nos-royalties-para-transgenicos-231Thu, 17 May 2012 09:41:47 -0300Entraves para o mercado brasileiro do leite são discutidos<p>“A Argentina e o Uruguai são os problemas da cadeia leiteira do Brasil, vários derivados do leite são importados diariamente desses países, o leite em pó em específico representou grande investimento no início de 2012, cerca de 7 milhões de litros de leite são utilizados para a fabricação do leite em pó que o nosso país chega a importar diariamente, levando em consideração que para cada 10 mil toneladas de leite em pó são utilizados 100 milhões de litros de leite”, informa Roberto Alvim, presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, durante reunião com integrantes da Casa Rural de Mato Grosso do Sul nessa segunda-feira (14), pela manhã.</p> <p>Outro agravante na cadeia leiteira é a queda do consumo. “Desde 2010 o saldo é negativo na balança comercial do mercado de lácteos, e todo o consumo estava crescendo cerca de 4% ao ano, mas em 2012 a queda é visível”, diz Alvim. Em 2011, a Argentina ignorou o acordo firmado com o Brasil que prevê uma exportação equivalente a 3.600 toneladas mensais e exportou uma média 3.769 toneladas de produtos lácteos para o Brasil enquanto que o Uruguai exportou uma média de 2.998 toneladas.</p> <p>Em 2011, o Brasil chegou a buscar mensalmente uma média de 2.500 toneladas de queijo nos países vizinhos. No mês de março desse ano foram 4.494 litros de leite UHT importados da Argentina. “Essas importações auxiliam negativamente para nossa balança comercial que registra o valor negativo de 189 milhões de dólares durante o primeiro quadrimestre de 2012”, explica Alvim.</p> <p>“Há cinco anos presenciamos a transformação da matriz econômica de MS que saiu da exclusividade da pecuária de corte e da agricultura de soja e milho para dar espaço ao setor sucroenergético, que hoje conta com 24 usinas no Estado, e ao setor de papel e celulose, que deve alcançar nos próximos quatro anos o equivalente a um milhão de hectares de florestas plantadas”, afirmou Eduardo Riedel, presidente da Famasul. Para o presidente, a pecuária leiteira pode somar a essa diversificação a partir de investimentos na qualidade para ganhar competitividade.</p> <p>Os números podem ser revertidos, segundo os 40 participantes da reunião da comissão de leite da CNA que entraram em consenso ao afirmarem que a pecuária leiteira é diferente no mundo inteiro, uma vez que é subsidiada em todos os países. A reunião aconteceu durante a programação do 15º Encontro Técnico do Leite, na manhã desta segunda-feira (14). O Encontro iniciou às 14h30 e vai até às 19 horas, continuando no dia 15 de maio, a partir das 8 horas, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.</p> <p>Encontro Técnico do Leite - é realizado pela Famasul, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS (Senar/MS) e a Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar) e conta com o patrocínio do Sistema OCB/MS, Sebrae/MS, Governo do Estado, Silems, Real H, Suplementar, Fiems/Senai, Tortuga, Heringer, Delaval e Semex, Silozam, Sicredi, Novartis e Rosenbuch. Para mais informações, acesse: www.senarms.org.br.</p> Fonte: MS Notíciashttp://milkworld.com.br/noticias/post/entraves-para-o-mercado-brasileiro-do-leite-sao-discutidoshttp://milkworld.com.br/noticias/post/entraves-para-o-mercado-brasileiro-do-leite-sao-discutidos31Wed, 16 May 2012 16:23:53 -0300Tortuga dá o Drible da Vaca e lança nova campanha institucional com o tema futebol <p>Ações contemplam veiculação nacional em TV, mídia impressa, rádio e web</p> <p>São Paulo, maio de 2012 – A Tortuga (http://www.tortuga.com.br/) empresa pioneira em nutrição e saúde animal, acaba de apresentar sua nova campanha institucional, com o objetivo de posicionar a imagem da marca junto aos pecuaristas e ao público interno com uma abordagem mais emocional e divertida.</p> <p>Criada pela Agência 1, a campanha, que tem como tema central o Futebol, adota uma linguagem criativa que promete surpreender o segmento de pecuária que, frequentemente, adota discursos mais racionais.</p> <p>“A Tortuga está há 58 anos no mercado com uma história de pioneirismos e inovações tecnológicas. E estes aspectos já estão bastante arraigados à imagem da empresa. Nesse cenário e, devido a uma menor presença na mídia nos últimos dois anos, na campanha deste ano optamos por uma estratégia menos racional e técnica de comunicação, buscando fomentar a relação emocional do consumidor com a marca através do tema Futebol e ressaltar os benefícios que eles obtêm com nossos produtos”, assinala João Hilário da Silva Jr., gerente de comunicação de marketing da Tortuga.</p> <p>“A campanha tem como imagem central a pata da vaca sobre a bola de futebol. Posição de craque, que conhece e domina o jogo. Só a Tortuga tem propriedade e história que permitem uma abordagem como essa”, acrescenta João Hilário.</p> <p>O tema - O tema central da campanha, o Futebol, é traduzido pelo conceito criativo “O drible da vaca é Tortuga” e se apropria de uma paixão nacional, cujo interesse tende a crescer ainda mais com a aproximação da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, a serem realizadas, no Brasil, nos próximos anos.</p> <p>“A campanha é memorável e fala de maneira bem humorada com um público, predominantemente, masculino. Além de possibilitar desdobramentos criativos para todas as mídias”, complementa Hélio Silva, diretor de criação da Agência 1.</p> <p>O lançamento - Para o lançamento, a campanha será composta por comercial de televisão, spots para rádio, anúncios para mídia impressa, ações para web e em eventos.</p> <p>O comercial sugere uma partida de futebol cujos jogadores são animais reais que representam os segmentos atendidos pela empresa: boi, vaca, cavalo, suínos, ovinos e aves. Com locução típica de narradores esportivos e clima de decisão de campeonato, o filme chega ao clímax com o drible da vaca. Os três spots de rádio seguem a mesma temática e o clima de narração de jogo de futebol fica ainda mais forte. A mídia impressa contempla sete diferentes anúncios que variam entre páginas duplas e simples e abordam todos os segmentos animais: cavalos, gado leiteiro, gado de corte, suínos, ovinos e aves.</p> <p>Todas as peças da campanha poderão ser visualizadas no hotsite: www.tortuga.com.br/odribledavaca</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/tortuga-da-o-drible-da-vaca-e-lanca-nova-campanha-institucional-com-o-tema-futebolhttp://milkworld.com.br/noticias/post/tortuga-da-o-drible-da-vaca-e-lanca-nova-campanha-institucional-com-o-tema-futebol31Wed, 16 May 2012 15:49:57 -0300Vacinação preventiva auxilia na redução dos prejuízos causados pela mastite ambiental por coliformes<p><em>Doença caracterizada pela inflamação da glândula mamária que pode evoluir para um quadro toxêmico agudo e posterior morte do animal, a mastite ambiental se tornou uma causa significativa de prejuízos ao produtor de leite.</em></p> <p>Diferente das mastites contagiosas, causadas principalmente por duas bactérias, o Staphylococcus aureus e o Streptococcus agalactiae, bem mais comuns nos rebanhos leiteiros e que podem ser controladas com antibióticos e medidas de manejo e higiene; a mastite contraída a partir do ambiente de criação é considerada um mal de difícil controle, pois apresenta formas múltiplas de contaminação, seja pelo esterco, urina, barro e cama do animal, além de elevada agressividade dos agentes infecciosos, como as bactérias coliformes.</p> <p>José Carlos Morgado, gerente técnico Merial, destaca que os rebanhos identificados com mastite ambiental por coliformes possuem normalmente boas condições de manejo e baixa contagem de células somáticas (CCS), demonstrando bons níveis de controle da mastite contagiosa. Nestas explorações, podem ser isoladas bactérias coliformes em 35% dos diagnósticos de mastite clínica quando ocorre inchaço, edema, dor no úbere e alterações no aspecto do leite. “Em casos mais graves, o risco de mortalidade pela liberação de toxinas das bactérias coliformes na corrente sanguínea (endotoxemia) aumenta sensivelmente”, conclui.</p> <p>Segundo Morgado, a vacinação preventiva das vacas e novilhas ainda é o meio mais eficaz de reduzir os prejuízos causados pela mastite ambiental por coliformes que, além de gerar perdas de volume e qualidade do leite, acarreta custos adicionais com tratamentos medicamentosos, sequelas permanentes capazes de inutilizar os quartos mamários afetados e descarte de animais. Outros pontos na prevenção da doença incluem a máxima higiene possível no local de manutenção das vacas entre as ordenhas, cuidados com a lavagem e sanitização das ordenhadeiras, nutrição adequada e equilibrada, além da redução das condições de estresse ao animais (calor, por exemplo).</p> <p>O programa de vacinação oferecido pela Merial para o controle da mastite ambiental é feito a partir da vacina J-VAC®.O protocolo de vacinação inclui sempre duas doses de vacina. A primeira administração deve ocorrer no momento da secagem e a aplicação da dose de reforço de 1 até 3 semanas antes do parto. Já nas novilhas, a aplicação da primeira dose acontece durante o 7º mês de gestação (60 dias antes do parto) e o reforço também de 1 até 3 semanas antes do parto.</p> <p>Sobre J-VAC®</p> <p>J-VAC® foi desenvolvida nos Estados Unidos a partir da cepa J5 da bactéria Escherichia coli. Seu grande diferencial é o adjuvante Tandem®, que estimula o aumento da resposta imune, protegendo o animal por muito mais tempo. A vacina possui tecnologia capaz de proteger os rebanhos contra a mastite ambiental por coliformes sem afetar a produção de leite, a contagem de células somáticas ou a temperatura dos animais vacinados. J-VAC® pode ser aplicada nos rebanhos em qualquer fase da lactação ou gestação, facilitando o manejo do produtor.</p> <p>Sobre a Merial</p> <p>Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 5.600 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2010 ultrapassou US$ 2,6 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi. Para mais informações, consulte www.merial.com.br</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/vacinacao-preventiva-auxilia-na-reducao-dos-prejuizos-causados-pela-mastite-ambiental-por-coliformeshttp://milkworld.com.br/noticias/post/vacinacao-preventiva-auxilia-na-reducao-dos-prejuizos-causados-pela-mastite-ambiental-por-coliformes31Wed, 16 May 2012 15:42:33 -03002º Simpósio Bayer Terra do Leite reúne pecuaristas e veterinários em Castro (PR)<p>O 2º Simpósio Bayer Terra do Leite, realizado na segunda semana de maio pela Unidade Bovinos da Bayer, reuniu pecuaristas e veterinários da região sul do Brasil no Memorial da Imigração Holandesa - Moinho da Castrolanda, em Castro (PR).</p> <p>O evento foi marcado por duas palestras e teve como objetivo promover o conhecimento de temas importantes para o mercado leiteiro. Entre os palestrantes estava a Dra. Andréia de Paulo Vieira da Universidade da Colúmbia Britânica do Canadá, que abordou o tema “Novos conceitos sobre criação e bem-estar de bezerras”. Uma outra palestra sobre “Distúrbios entéricos e coccidiose em ruminantes” foi ministrada pelo Prof. Dr. Antonio Último da Universidade Federal de Minas Gerais. Além disso, foi realizado o lançamento do Baycox Ruminantes, novo produto inovador e de alta tecnologia para o combate e prevenção da coccidiose em ruminantes, apresentado pelo gerente regional da Bayer, Roger van der Vinne.</p> <p>Segundo o promotor técnico de vendas da Bayer, Eduardo Eiti Ichikawa, os temas abordados nas palestras são uma necessidade do mercado em geral, pois há uma carência de informações para a criação de bezerras. “A Bayer tem como objetivo participar ativamente da reciclagem de informações dos veterinários de campo, auxiliando diretamente e indiretamente nos serviços que estes profissionais prestam e contribuindo com a melhoria dos resultados de diversas propriedades rurais”, disse.</p> <p>Ainda de acordo com Eduardo Ichikawa, a escolha para realização do evento em Castro foi devido à qualidade e quantidade de produção de leite, além de ser uma região com grande tecnificação nas propriedades. “Foi um evento com elevado nível técnico e que agradou muito os médicos veterinários presentes. As informações que foram passadas com certeza contribuirão para que os profissionais tenham bons resultados em seu dia-a-dia e em curto prazo”, concluiu.</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/2-simposio-bayer-terra-do-leite-reune-pecuaristas-e-veterinarios-em-castro-prhttp://milkworld.com.br/noticias/post/2-simposio-bayer-terra-do-leite-reune-pecuaristas-e-veterinarios-em-castro-pr31Wed, 16 May 2012 15:39:49 -0300Colatto viaja à Alemanha para conhecer sistema de certificação de alimentos<p>Brasília 14/5/2012 – O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) embarca hoje (14/5), em viagem oficial, para Alemanha, onde irá conhecer o sistema agropecuário do Estado de Baviera. O convite partiu do Ministério de Alimentação, Agricultura e Florestamento da Baviera, em Munique República Federal da Alemanha, ao Secretário da Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Enio Marques, ao deputado Valdir Colatto, ao Presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (ABIEC) e ao Secretário da Frente Parlamentar da Agropecuária.</p> <p>O objetivo da comitiva é conhecer o sistema bávaro de qualidade de alimentos, sua educação em agricultura e indústria alimentícia, bem como estabelecer bases de cooperação entre a agricultura brasileira e a daquela unidade federada alemã. Baviera foi o primeiro no mundo a desenvolver e implantar o sistema de governança do setor produtivo da agropecuária.</p> <p>O Ministério Público Federal, o Ministério da Agricultura e a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, possui um termo de cooperação que objetiva a revisão do marco normativo da política rural no país. “Nessa revisão, esta se buscando adotar princípios de ordenação territorial rural, de conformidade de qualidade e de auto-responsabilidade, já implantados na Alemanha. Por isso, a visita propiciará conhecimentos mais profundos de parâmetros que poderão inspirar a reforma legislativa que se pretende levar ao nosso país”, justificou Colatto.</p> Fonte: Assessoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/colatto-viaja-a-alemanha-para-conhecer-sistema-de-certificacao-de-alimentoshttp://milkworld.com.br/noticias/post/colatto-viaja-a-alemanha-para-conhecer-sistema-de-certificacao-de-alimentos31Wed, 16 May 2012 10:02:43 -0300Reação no preço é insuficiente para cobrir custos de produção de leite<p>Produtores também temem a concorrência com o produto importado. Criador recebeu R$ 0,85 pelo litro na última entrega do produto em MG.</p> <p>A produção de leite na fazenda de André Luiz Alves em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, chega a 300 litros por dia.</p> <p>O criador vendeu o litro por R$ 0,85 na última entrega do produto e apesar de ter a expectativa de receber R$ 0,88, ele acredita que as contas não vão fechar.</p> <p>Entre maio e novembro acontece o período da entressafra, onde o pasto diminui por causa da estiagem. Para não comprometer a alimentação do gado e perder na produção de leite é preciso investir mais em insumos. De acordo com as contas do criador, o aumento no custo de produção é de, pelo menos, 10% nesta época.</p> <p>A Cooperativa de Uberlândia recebe o leite de cinco municípios do Triângulo Mineiro e a produção, que atinge 180 mil litros por dia, não chega neste período a 165 mil. Com a redução na captação, o preço acaba subindo, mas a alta poderia ser maior não fosse a concorrência com o produto importado.</p> <p>“As importações continuam a acontecer. Elas entram no país com o custo menor do que o produzido interno, o que desestabiliza nossa produção. Esse é um problema que acontece todos os anos”, diz Cenyldes Vieira, presidente da cooperativa.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://milkworld.com.br/noticias/post/reacao-no-preco-e-insuficiente-para-cobrir-custos-de-producao-de-leitehttp://milkworld.com.br/noticias/post/reacao-no-preco-e-insuficiente-para-cobrir-custos-de-producao-de-leite31Wed, 16 May 2012 10:01:08 -0300Produção de milho na China deve crescer 3%<p>Pequim, 16 - A produção de milho da China deve atingir recordes 197,5 milhões de toneladas neste ano, alta de 3% ante 2011, informou nesta quarta-feira o Centro Nacional de Informação sobre Grãos e Óleos do país. É a primeira estimativa para a produção do grão em 2012 da instituição apoiada pelo governo.</p> <p>A área plantada com milho deve crescer 2,6% neste ano, para 34,3 milhões de hectares, segundo o centro. A produção de trigo e arroz deve aumentar mais lentamente. A safra de trigo deve subir 2%, para 120,3 milhões de toneladas, enquanto a do arroz deve avançar 2,1%, para 205 milhões de toneladas. A produção de soja é estimada em 13 milhões de toneladas, queda de 7% ante 2011. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Agencia Estadohttp://milkworld.com.br/noticias/post/producao-de-milho-na-china-deve-crescer-3http://milkworld.com.br/noticias/post/producao-de-milho-na-china-deve-crescer-331Wed, 16 May 2012 09:57:58 -0300Laboratórios móveis beneficiam a cadeia leiteira de MS<p>O Sebrae/MS pretende atender 500 propriedades rurais de Mato Grosso do Sul até o final de 2012, por meio dos projetos de apoio à pecuária leiteira: “Vaca móvel”, “Rufião” e “Agromóvel”. Estes projetos já realizaram 320 diagnósticos no Estado, com levantamentos e avaliações voltadas para as cidades de Terenos, Campo Grande, Sidrolândia, Dois Irmãos do Buriti, Jaraguari e Bandeirantes.</p> <p>O gestor de projetos do Sebrae/MS, Eder Camargo, afirma que os três carros percorrem o Estado com objetivos distintos: “O Vaca Móvel analisa a qualidade do leite e identifica formas melhoria, quantidade de gordura, acidez, água e, posteriormente, é feito um descritivo com base na Instrução Normativa 62”.</p> <p>Já o Rufião, um carro equipado com ultrassonografia, viaja pelos municípios com intuito de monitoramento reprodutivo e sanitário, identificando animais que oferecem lucros. Além disso, também elaboram mapeamento da propriedade. Já o Agromóvel, verifica a nutrição e manejo de pastagem, identificando boas práticas e simulando a ingestão de alimentos do gado.</p> <p>Essas informações foram obtidas na manhã desta terça-feira (15), durante o 15º Encontro do Leite, realizado na Capital Sul-mato-grossense, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo. “O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul (Senar/MS), também tem uma parceria com o Sebrae/MS no programa Negócio Certo Rural, que auxilia na organização do produtor e permite que ele tenha controle de sua gestão”, explica o superintendente do Senar/MS, Clodoaldo Martins.</p> <p>Encontro Técnico do Leite - é realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul - Famasul, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS (Senar/MS) e a Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), e conta com o patrocínio do Sistema OCB/MS, Sebrae/MS, Governo do Estado, Silems, Real H, Suplementar, Fiems/Senai, Tortuga, Heringer, Delaval e Semex, Silozam, Sicredi, Novartis e Rosenbuch. Para mais informações, acesse: www.senarms.org.br.</p> Fonte: Famasulhttp://milkworld.com.br/noticias/post/laboratorios-moveis-beneficiam-a-cadeia-leiteira-de-mshttp://milkworld.com.br/noticias/post/laboratorios-moveis-beneficiam-a-cadeia-leiteira-de-ms31Wed, 16 May 2012 09:54:29 -0300CE: Produtores pedem urgência na liberação de recursos<p>Quixeramobim - Os efeitos da seca estão afetando ainda mais os nervos dos agricultores no Interior do Ceará. Um mês após a ocupação da Prefeitura de Quixeramobim em busca de alimentos, eles saíram novamente em marcha pelas ruas desta cidade, reivindicando agilidade na liberação do custeio agropecuário emergencial da seca. Dessa vez resolveram acampar do outro lado da Praça Capitão Dias Ferreira, em frente à agência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Conforme lideranças da mobilização, pretendiam permanecer naquele local até a realização de audiência pública com representantes do Governo do Estado, Defesa Civil e superintendência dos bancos do Nordeste e do Brasil.</p> <p>Foram atendidos por um representante da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), Valmir Severo. O presidente Jose Maria Pimenta está em Israel buscando novas alternativas tecnológicas para o sertão. As negociações se estenderam até a noite. Após atendimento das reivindicações, coordenadas pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Ceará (Fetraece), Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Quixeramobim, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Movimento Sem Terra (MST) retornaram para os assentamentos. Tiveram a garantia do início da liberação do custeio emergencial. O primeiro projeto foi apresentado na manhã de ontem.</p> <p>Também ficou acertado o auxílio da Prefeitura de Quixeramobim no transporte do milho subsidiado pela Conab, explicou o secretário de Políticas Agrárias e Meio Ambiente da Fetraece, José Militão Neto. Os grãos estão chegando nos armazéns da Conab espalhados pelo Estado, mas sem organização a despesa para adquirir a saca de R$ 18,50 pode sair bem superior aos R$ 45,00 cobrados atualmente pelos atacadistas. A alternativa para o frete não onerar o preço é juntar muitos pequenos produtores para comprarem uma carga fechada. Nas outras regiões deve ocorrer o mesmo.</p> <p>Há pressa no acesso à verba especial dos R$ 2,7 bilhões concedida pela presidenta Dilma Roussef aos nordestinos afetados pela seca deste ano porque os animais estão começando a morrer, justificou Militão. A silagem está acabando, e apesar da promessa de distribuição de cestas de alimento muitos assentados querem continuar produzindo feijão, milho e pasto nas suas terras. Sem o empréstimo não tem como adquirir equipamentos para irrigação. O recurso disponibilizado deve ser aplicado somente para adquirir ração animal e estruturação hídrica das propriedades dos sertanejos.</p> <p>Sem demora</p> <p>Segundo o superintendente estadual do BNB, Francisco Rivônio Pinho, não há demora na distribuição do amparo emergencial. Apenas a divulgação foi feita antes da liberação ser regulamentada pelo Banco Central, no último dia 9. O crédito especial, de R$ 2.500,00 a R$ 12 mil para cada trabalhador da agricultura familiar, já pode ser sacado, garantiu. Mas é preciso apresentar os documentos e o projeto exigido pelo Governo Federal para liberação do auxílio financeiro. Sem pendências o crédito chega às mãos dos beneficiados dentro de uma semana. Havendo demanda acentuada de solicitações o BNB realizará até mutirões técnicos, acrescentou.</p> <p>Ele ressaltou a necessidade dos trabalhadores rurais se organizarem em busca da elaboração de projetos de custeio, conforme orientação do Governo, com absoluta prioridade para a seca. Sem o projeto não há como receber o crédito e alertou: esse tipo de empréstimo só é liberado para os municípios onde houve decretação de Estado de Emergência, reconhecida pelos órgãos federais. Segundo o Ministério da Integração (MI), além de Quixeramobim, Quiterianópolis e Tauá estão com situação de emergência reconhecida pela Secretaria Nacional de Defesa Civil por estiagem. Outras 11 cidades cearenses estão com processo em análise.</p> <p>Crédito já está disponível</p> <p>Crato Após ter sido decretado estado de emergência devido à atual seca que assola as plantações, para os produtores rurais do Município já está disponível, desde o último dia 14, uma linha de crédito especial do programa emergencial para a seca de 2012. Os empréstimos podem ser feito junto ao Banco do Nordeste (BNB).</p> <p>O dinheiro foi disponibilizado para ações de combate a seca por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Sem chuvas, algumas comunidades, como o Sítio Páscoa, Minguiriba, Alto Grande e Mata Velha já enfrentam problemas de abastecimento.</p> <p>Este ano, as perdas nas lavouras no município chegam a ser superiores a 70%. Em várias localidades já há uma grande diminuição dos rebanhos. O gado está sendo vendido a preços inferiores aos praticados no mercado. Consequentemente houve uma redução da produção de leite e desemprego no campo, na mesma proporção das perdas.</p> <p>Renda</p> <p>A renda familiar dos agricultores do município, em grande maioria, é proveniente do cultivo de hortifrutigranjeiro e grão de centeio, da criação de animais e da produção de peças artesanais. A ideia do crédito é manter as mandalas produtivas para que, no próximo ano, os rebanhos possam ser repostos evitando a supervalorização dos preços. Os financiamentos poderão auxiliar o homem do campo na compra de ração para os animais, geração de pomares, melhoramentos dos mananciais de água e irrigação, geração de emprego e renda e na recuperação da infraestrutura dos imóveis rurais, sendo 35% do volume destinado ao custeio das atividades. Segundo o secretário de agricultura do Crato, Erasmo Ferreira, a aplicação do dinheiro vai movimentar a economia local. "Os beneficiados têm a característica de gastar o valor no município. Com esses investimentos manteremos o homem no campo, dando continuidade às atividades". Além dos agricultores familiares, poderão ser atendidos empresários do comercio, indústria e prestação de serviços.</p> Fonte: Diário do Nordestehttp://milkworld.com.br/noticias/post/ce-produtores-pedem-urgencia-na-liberacao-de-recursoshttp://milkworld.com.br/noticias/post/ce-produtores-pedem-urgencia-na-liberacao-de-recursos31Wed, 16 May 2012 09:53:05 -0300Receita do milho supera a do algodão em MT<p>Pela primeira vez, o Valor Bruto da Produção (VBP), que é a soma do valor das principais lavouras do lado de dentro da porteira, estimado para o milho supera os cálculos previstos para o algodão, em Mato Grosso. Conforme cálculos da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgados nessa terça-feira (15), as lavouras de milho segunda safra estão avaliadas em R$ 5,30 bilhões, alta de 53% ante os R$ 3,46 milhões do mesmo período do ano passado. Mato Grosso, maior produtor de grãos e fibras da safra 2011/12, se prepara para colher volumes recordes do cereal, que conforme estimativas locais devem se aproximar de 12 milhões de toneladas, incremento – se confirmado - de mais de 70% em relação à produção do ano anterior, 6,99 milhões t.</p> <p>O que ocorre agora com o milho, a valorização do VBP, ocorreu com o algodão no ano passado, cultura que também está no campo, mas que já colhe uma espécie de ressaca após a forte valorização em 2011. Com queda de receita de 46,80% é a cultura estadual com a maior depreciação até o momento. A receita estimada em R$ 9,38 bilhões em 2011 está avaliada agora em R$ 4,99 bilhões. O VBP do algodão, na série histórica a partir de 2005, vem registrando essa média, ao contrário do milho, que neste mesmo ano valia R$ 1,27 bilhão.</p> <p>O VBP de Mato Grosso encolheu em relação aos dados apurados neste ano. Conforme do Mapa divulgados nessa terça-feira, a receita agrícola estadual passa de R$ 29,45 bilhões para atuais R$ 27,80, queda é 5,60%. Mesmo com a retração, o valor é o segundo maior da história, atrás apenas do observado no ano passado, R$ 29,45 bilhões. O VBP estadual supera, por exemplo, toda a projeção da região nordeste, estimada em R$ 27,09 bilhões.</p> <p>O VBP nacional está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, valor está abaixo do obtido no ano passado, R$ 216,26. Os ajustes nas quantidades e nos preços mês a mês vão definindo a estimativa de valor para o ano em curso, uma vez que o valor bruto da produção é obtido através das informações de safras e dos preços, explicou o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.</p> <p>CULTURAS - Das cinco principais culturas mato-grossenses (algodão, arroz, cana, milho e soja), apenas duas apresentam retração, enquanto as outras seguem valorizadas em relação ao mesmo período do ano passado. A maior retração de VBP está na cotonicultura, com queda de 46,80%. Em</p> <p>O arroz, conforme cotações de abril, deverá contabilizar uma queda de 29,16% em relação à receita observada em igual momento de 2011, passando de R$ 339,51 milhões para R$ 239,79 milhões.</p> <p>A cana-de-açúcar se mostra com pequena valorização, menos de 1%, com estimativa de atingir valor de R$ 1,02 bilhão ante R$ 844,15 milhões do ano passado.</p> <p>A soja, com receita estimada em R$ 15,64 bilhões nesta safra, está 5,46% mais valorizada em relação aos R$ 14,83 bilhões apurados no ano passado.</p> <p>“Esses resultados vem ocorrendo principalmente pelo aumento dos preços desses produtos”, justificou Gasques.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://milkworld.com.br/noticias/post/receita-do-milho-supera-a-do-algodao-em-mthttp://milkworld.com.br/noticias/post/receita-do-milho-supera-a-do-algodao-em-mt31Wed, 16 May 2012 09:51:50 -0300BRF investe R$ 4 milhões na construção de entreposto de leite em Mato Grosso do Sul<p><em>Objetivo é reforçar produção dos queijos Sadia e Santa Rosa/Elegê</em></p> <p>A BRF Brasil Foods investirá R$ 4 milhões na construção e instalação de um entreposto de coleta e resfriamento de leite no município de Glória de Dourados, em Mato Grosso do Sul. Segundo a empresa, o objetivo é reforçar a produção dos queijos Sadia e Santa Rosa/Elegê produzidos na unidade de Terenos, também no Estado.</p> <p>— Além da farta produção de matéria-prima, Glória de Dourados oferece uma logística privilegiada — informou o vice-presidente da unidade de lácteos da BRF, Fábio Medeiros.</p> <p>Aproximadamente dois mil produtores serão responsáveis pela entrega diária de 120 mil litros da matéria-prima.</p> <p>— Modernos equipamentos de laboratório irão aferir a qualidade do produto — ressaltou o diretor de originação de leite da BRF, Maurício Nerbass.</p> <p>A unidade da BRF em Terenos produz cerca de 400 toneladas/mês de queijo e atendem as demandas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A previsão é atingir 600 toneladas/mês ainda no primeiro semestre.</p> <p>— Esta planta reforça a presença da BRF no Centro-Oeste, onde a companhia mantém em Itumbiara, Goiás, outra unidade de queijos — explicou Medeiros.</p> <p>Também em novembro do ano passado, a BRF adquiriu, por R$ 122,5 milhões, a Heloísa Lácteos, tradicional fabricante de queijos de Mato Grosso do Sul.</p> Fonte: Agência Estadohttp://milkworld.com.br/noticias/post/brf-investe-r-4-milhoes-na-construcao-de-entreposto-de-leite-em-mato-grosso-do-sulhttp://milkworld.com.br/noticias/post/brf-investe-r-4-milhoes-na-construcao-de-entreposto-de-leite-em-mato-grosso-do-sul31Wed, 16 May 2012 09:45:42 -0300Preço pago ao produtor de leite deve crescer na maior parte do Brasil em maio<p>Aumento nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste deve ser entre R$ 0,01 e R$ 0,05 por litro</p> <p>O preço pago ao produtor de leite deve ter um aumento entre R$0,01 e R$0,05 por litro nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. O pagamento de maio remunera a produção de abril.</p> <p>De acordo com dados da Scot Consultoria, a curva de produção segue em queda nessas regiões. A menor oferta dá sustentação ao mercado, apesar de relatos de recuos nas vendas de produtos lácteos nas últimas quinzenas.</p> <p>Para o Sul do país, a expectativa é de manutenção do preço do leite pago ao produtor. Segundo analistas, o clima será decisivo para o desenvolvimento das culturas ou pastagens de inverno no Sul do Brasil e, consequentemente, para a produção.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://milkworld.com.br/noticias/post/preco-pago-ao-produtor-de-leite-deve-crescer-na-maior-parte-do-brasil-em-maiohttp://milkworld.com.br/noticias/post/preco-pago-ao-produtor-de-leite-deve-crescer-na-maior-parte-do-brasil-em-maio31Wed, 16 May 2012 09:41:35 -0300Produtores de leite pedem ao governo restrição às importações argentinas<p><em>Compras brasileiras nos primeiros quatro meses do ano registraram alta de 34,4%</em></p> <p>Produtores de leite, preocupados com o desestímulo à produção nacional por conta do aumento das importações de lácteos, cobram do governo medidas para restringir a entrada de produtos de países do Mercosul, principalmente da Argentina. O presidente da Câmara Setorial de Leite e Derivados, Rodrigo Sant'Anna Alvim, diz que o governo não pode deixar a Argentina "tripudiar em cima do Brasil, que cumpre as regras do Mercosul que os outros (países) não cumprem".</p> <p>Dados do Ministério da Agricultura mostram que as importações brasileiras de produtos lácteos nos primeiros quatro meses deste ano somaram 66,7 mil toneladas, volume 34,4% acima do importado em igual período do ano passado. O valor das importações cresceu 27,5% e atingiu US$ 230,4 milhões. Já as exportações brasileiras de lácteos cresceram 10% em volume (para 13,3 mil toneladas) e a receita aumentou 18,6% (para US$ 40 milhões). O déficit da balança de lácteos de janeiro a abril deste ano somou US$ 190,3 milhões, valor 30% acima do observado no mesmo período do ano passado.</p> <p>Rodrigo Alvim diz que os números da balança comercial deveriam levar o governo a tomar uma posição para proteger a cadeia de lácteos nacional, a exemplo do que faz a Argentina quando proíbe a entrada de sapato, eletrodomésticos, frutas e carne suína.</p> <p>— Tudo o que o senhor Moreno (Guillermo Moreno, secretário argentino de comércio interior) faz para ajudar a Argentina ninguém faz aqui. O Brasil não reage.</p> <p>O dirigente diz que será difícil para o setor renovar o acordo firmado com os argentinos em novembro do ano passado para limitar as importações de lácteos. No primeiro quadrimestre deste ano as vendas argentinas de leite em pó para o mercado brasileiro ficaram dentro da média mensal de 3,6 mil toneladas acertadas pelo setor privado dos dois países, graças à redução de 20,3% no volume exportado. Entretanto, os argentinos mais que triplicaram as exportações de queijo e dobraram as vendas de manteiga para o Brasil, o que manteve o volume total de lácteos praticamente inalterado em relação aos primeiros quatro meses do ano passado (alta de 0,79% para 31,2 mil toneladas).</p> <p>Rodrigo Alvim diz que outro fator que deve dificultar as discussões sobre cotas com os argentinos é o avanço das exportações uruguaias de lácteos para o mercado brasileiro. Os dados do Ministério da Agricultura mostram que as exportações totais de lácteos do Uruguai para o Brasil no primeiro quadrimestre deste ano somou 28,1 mil toneladas, volume 98,6% acima do registrado em igual período do ano passado. A receita obtida pelos uruguaios cresceu 54,0% e atingiu US$ 81,5 milhões. O Chile também ganhou espaço nas importações brasileiras, que saltaram de 904 toneladas nos primeiros quatro meses do ano passado para 4,214 mil toneladas no mesmo período deste ano, um aumento de 366%.</p> <p>O presidente da câmara diz que o impacto provocado pela "avalanche da importação de lácteos" é o desestímulo do produtor brasileiro, com a redução do índice de captação de leite. Ele argumenta que o setor vem sendo pressionado pelo aumento real do salário mínimo nos últimos anos, pois a mão de obra é responsável por 15% do custo de produção. Outro fator de pressão é o aumento dos preços dos grãos, pois a ração responde por 40% do custo da pecuária leiteira.</p> Fonte: Agência Estadohttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-de-leite-pedem-ao-governo-restricao-as-importacoes-argentinashttp://milkworld.com.br/noticias/post/produtores-de-leite-pedem-ao-governo-restricao-as-importacoes-argentinas31Wed, 16 May 2012 09:37:50 -0300Produção de leite cresce mais de 60% em oito anos no Rio Grande do Sul<p><em>Pecuária leiteira também apresenta ampliação no Estado, graças ao aumento no número de indústrias</em></p> <p>A chegada de grandes indústrias leiteiras ao Rio Grande do Sul na última década despertou o ímpeto das cooperativas, que até então não tinham concorrentes. O resultado foi o aumento na produção, que passou de 2,36 bilhões de litros em 2004 para 3,93 bilhões no ano passado. O crescimento foi de 66,5% na produção em oito anos.</p> <p>A expansão da pecuária de leite também é constante. Há 30 anos, a bacia leiteira estava concentrada no sul do Estado e na região metropolitana de Porto Alegre. Hoje, apenas 90 municípios não investem na atividade.</p> <p>– O noroeste foi onde a criação mais prosperou, porque os pecuaristas são agricultores natos. Essa cultura de produzir alimento para o gado fez com que a região se destacasse – avalia José Ferreira, presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando).</p> <p>Outros dois fatores contribuem para que a região produza 70% do leite do Estado. O primeiro é o tamanho das propriedades. Sem grandes áreas, é preciso diversificar, e o leite é uma fonte de renda mensal. Além disso, há a organização das famílias.</p> <p>– A atividade leiteira é muito desenvolvida por mulheres. Os filhos participam bastante. É uma criação que envolve a família – explica Ferreira.</p> <p>As estações bem definidas são outro aliado. Com menos estresse climático do que no restante do país, as vacas criadas no Estado têm a segunda maior média produtiva anual, só perdendo para Santa Catarina. Em 2010, segundo o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat), cada animal produzia, em média, 2,43 mil litros de leite por ano.</p> <p>Isso despertou a atenção de gigantes como a Nestlé, que se instalou em Palmeira das Missões, e a BR Foods, que assumiu o comando da Elegê. Para não perder a briga, cooperativas se reorganizaram, ganharam força e colaboraram para o aquecimento do mercado.</p> <p>– Hoje produzimos quase quatro bilhões de litros de leite. Teríamos capacidade para chegar a 12 bilhões de litros só investindo na melhoria do manejo – estima Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat.</p> Fonte: Zero Horahttp://milkworld.com.br/noticias/post/producao-de-leite-cresce-mais-de-60-em-oito-anos-no-rio-grande-do-sul-2http://milkworld.com.br/noticias/post/producao-de-leite-cresce-mais-de-60-em-oito-anos-no-rio-grande-do-sul-231Wed, 16 May 2012 09:35:52 -0300DF: Comissão de Agricultura da Câmara desobriga a fabricação de produtos veterinários no Brasil<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou hoje o Projeto de Lei 7827/10, do Senado, que acaba com a obrigatoriedade de fabricação integral no Brasil dos produtos de uso veterinário após três anos de importação.</p> <p>Atualmente, a legislação sobre o assunto (Decreto-Lei 467/69) obriga o importador a produzir internamente esses produtos após um prazo de três anos, contados da licença para sua comercialização, exceto quando se comprove a impossibilidade de fabricação nacional.</p> <p>Além de acabar com a obrigatoriedade, o projeto estabelece validade de dez anos para a licença de comercialização dos produtos importados. Hoje, esse prazo já é válido para a produção brasileira.</p> <p>O relator do projeto, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), declarou que "o Decreto-Lei 467/69, que trata do registro e da fiscalização dos produtos de uso veterinário e dos estabelecimentos que os fabricam ou fracionam, encontra-se defasado".</p> <p>De acordo com o deputado, a possibilidade de importação por prazo indefinido pode baratear o valor dos produtos veterinários. "A redução dos preços dos referidos medicamentos é altamente desejável, podendo contribuir de forma significativa para a redução dos preços dos alimentos e para o aumento da competitividade de produtos brasileiros no mercado internacional", defendeu.</p> <p>Tramitação</p> <p>A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p> <p>Íntegra da proposta:</p> <p>PL-7827/2010</p> Fonte: Agência Câmarahttp://milkworld.com.br/noticias/post/df-comissao-de-agricultura-da-camara-desobriga-a-fabricacao-de-produtos-veterinarios-no-brasilhttp://milkworld.com.br/noticias/post/df-comissao-de-agricultura-da-camara-desobriga-a-fabricacao-de-produtos-veterinarios-no-brasil